sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Espumante Dom Cândido Brut - 1º Lugar no Ranking da Revista Playboy


Características:

Vinho fino branco espumante brut, elaborado 100% a partir de uvas da varidade Chardonnay, produzidas em vinhedos próprios. Método Charmat. Jovem, frutado de aroma fino e delicado, límpido e de coloração amarelo-esverdeado.

Detalhes:
Produção limitada a 2.000 caixas.
Esse espumante ficou em primeiro lugar no ranking da Revista Playboy.
Além disso, Dom Cândido Brut recebeu outras premiações:

II Concurso Mundial de Vinhos "A Mulher Elige"
Espumante Brut Dom Cândido 1999
Outubro 2000
Mendonza - Argentina


International Wine And Spirits Competition 2001
Espumante Brut Dom Cândido 2000
Março 2001
Londres - Inglaterra


I Concurso do Espumante Fino Brasileiro
Espumante Brut Dom Cândido 2000
Março 2001
Bento Gonçalves - Brasil


Concurso Chardonnay of The World 2001
Espumante Brut Dom Cândido 2000
Março 2001
Saint Lager - França

Concurso Internacional Chardonnay du Monde
Espumante Brut Dom Cândido 2001
Março 2002
Saint Lager - França


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quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Pinot Noir


Pinot noir é uma das variedades de uva cultivadas mais antigas do mundo. Reconhecida mundialmente por sua excelente qualidade, a pinot noir possui denominações diferentes que variam de país a país. É cultivada na Argéia, Argentina, Austrália, Áustria (Blauburgunder ou Spätburgunder), Brasil, Canadá, República Tcheca, Inglaterra, França, Alemanha (Spätburgunder), Grécia, Hungria, Itália (Pinot Nero), México, Nova Zelândia, Suíça (Clevner, chamada de "Dole" quando misturada com Gamay Noir), Estados Unidos e Iugoslávia (Burgundac).

Bourgogne (Burgundy), na França, é a única região do mundo a atingir excelência no cultivo dessa variedade. A Côte d'Or proporciona às videiras extensa exposição ao sol, embora evite o excesso de calor da tarde. Seu solo é bastante calcário, o que oferece ótima drenagem. Conseqüentemente, a temperatura média das videiras permanece alta, favorecendo seu amadurecimento.

Dificuldades diversas assolam a pinot noir já a partir do primeiro momento, desde sua propagação até seu processo de envelhecimento. Geneticamente instável, é possível que uma cepa primordial gere uma descendência bastante diferente, tanto no que se refere ao tamanho e forma das uvas quanto ao aroma, sabor e níveis de produtividade, em relação à geração progenitora. Existem 46 cepas clonadas reconhecidas dessa variedade apenas em Dijón, França; no mundo todo, estimativas variam entre 200 a 11.000 clones de pinot noir. Por comparação, a cabernet sauvignon possui somente 12 cepas clonadas identificáveis.

É também uma das uvas mais difíceis de fermentar. Devido à presença de 18 aminoácidos - naturalmente harmonizados nessa variedade - a pinot noir fermenta violentamente, o que acelera e dificulta o controle desse processo. Retenção de cor é outro obstáculo: suas cascas são muito finas. Além disso, a pinot noir pode muito facilmente transformar-se em uma mistura acética (vinagre) ou perder grande parte dos aromas e sabores que apresenta durante o processo de fermentação e envelhecimento, logo que engarrafada. Entretanto, apresenta de três a quatro vezes mais resveratrol/reversterol - polifenol que protege nosso coração - do que as demais variedades.

A pinot noir causa forte impressão no paladar e na memória. Seu aroma pode ser intenso, de uva madura, levemente apimentado ou de (madeira de) cerejeira. Tomate maduro (note que nosso tomate, diferentemente do europeu e do americano, é muito mais ácido), cogumelo e madeira são os aromas freqüentemente mais descritos referentes a essa variedade. Encorpada e enriquecida, embora leve, de alto teor alcoólico - embora nem ácida nem tânica -, a pinot noir apresenta um sabor personalíssimo, apesar de sua delicadeza. Sua qualidade mais marcante parece ser sua textura leve e aveludada. Possui longevidade menor do que a das demais uvas escuras e atinge seu ponto máximo de 5 a 8 anos passados da safra.

Pinot Noir: Descrições típicas de aroma e sabor

(1) Varietais aromas/sabores: cereja, morango, framboesa, tomate maduro
(2) Floral: pétala de rosa, violeta
(3) Tempero: alecrim, canela, pimenta, cominho
(4) Ervas: orégano, tomate verde, chá verde, azeitona preta, ruibardo
(5) Terra: cogumelo, terra, trufa, couro
(6) Levemente amadeirado: baunilha, côco
(7) Intensamente amadeirado: carvalho, tabaco, alcatrão
(8) Envelhecimento em garrafa: cedro, cigarro, charuto


Fonte: Professional Friends of Wine

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

História do Champanhe!

Para sanar a curiosidade de uns e enriquecer o conhecimento de outros, segue um pequeno texto, escrito com muito carinho pela equipe Via del Vino.

O champanhe ou o champanha (em francês champagne) é um vinho branco espumante, mundialmente conhecido e produzido na região histórica de Champagne, nordeste da França, através da fermentação da uva.

Comumente o champanhe é produzido na região administrativa de Champagne-Ardenne, cuja capital é Epernay. Foi próximo a Epernay, no povoado de Hautvillers, que os monges Dom Pérignon e Dom Ruinart se esforçaram muito para domar os vinhos que fermentavam novamente nas garrafas, fazendo-as explodir.

Esta antiga província histórica produz igualmente os vinhos chamados "tranqüilos" (não-efervescentes) que levam denominações diferentes como tintos, brancos ou rosados e são produzidos nas cidades de Bouzy, Virtudes, Damery.

Os champagnes são produzidos essencialmente à base de uvas chardonnay, pinot noir e de pinot meunier, mas quatro outras cepas podem ser usadas na elaboração do champanhe: a arbane, petit meslier, pinot blanc e pinot gris.

Existem diferentes teorias sobre o surgimento do champagne, seguem duas dessas versões diferentes:

1ª teoria - A primeira diz que o monge cego Pierre Pérignon, que vivia no norte da França, foi o mestre de adega da abadia beneditina de Hautvillers por 47 anos. Certo dia, este monge cego decidiu lacrar suas garrafas com cortiça completamente seca, em vez de usar tampas de madeira e fios de corda embebidos em óleo, como era habitual. Conseqüentemente, o dióxido de carbono produzido durante a fermentação, que conseguia passar através dos poros da madeira, ficou aprisionado pela nova rolha. Desse modo, Dom Pérignon recebeu os créditos de ter colocado as bolhas no champanhe.

2ª teoria - A segunda conta que Dom Pérignon, monge beneditino da Abadia de Hautvilliers, à procura de um método mais limpo e estético inventou o champagne. Isso porque, à época, as garrafas eram tapadas com um pino de madeira, envolto por uma estopa embebida em óleo, ele teve a idéia então de derreter cera de abelha no gargalo das garrafas, julgando assegurar-lhes assim uma perfeita vedação.
Ao fim de algumas semanas, a maior parte das garrafas explodiu, deixando o monge perplexo. Ele demorou algum tempo para compreender que o açúcar contido na cera de abelha tinha provocado, em contato com o vinho, uma segunda fermentação, gerando uma brusca efervescência.
E diz a lenda que quando ele serviu desse vinho espumante, bradou para os outros monges: “Vejam, estou bebendo estrelas!”. Além disso, Dom Pérignon foi o primeiro “enólogo” a misturar diferentes colheitas, de diferentes tipos de uva (chardonnay, pinot noir), a fim de obter uma qualidade final que superasse a excelência de cada um dos componentes.

Hoje, com a evolução da enologia, os vinicultores bolaram um método mais simples e mais veloz de estimular o surgimento das borbulhas - a adição de açúcar de cana e de alguns fermentos. Os fermentos alimentam-se do açúcar e, na sua digestão, libera o gás carbônico.

Até hoje, apenas o vinho feito com as uvas da região pode exibir, no seu rótulo, o título champagne. Todos os outros são chamados de vinhos espumantes.



Fontes:wikipedia/www.portaldascuriosidades.com.br/http://www.mauricioprates.com.br/mauricioprates.asp?secao=vinhos&id=69

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Como ler, e entender, um rótulo de Vinho


Algumas dicas básicas para que ao menos você consiga entender quais, e onde estão, as informações sobre o Vinho em um rótulo. As informações não estão sempre na mesma ordem, mas com estas dicas você vai conseguir se achar mais rápido.

· Nome do Vinho: Parece óbvio, mas na maioria dos casos é o primeiro e maior nome que você verá no rótulo. Sem dúvida é o mais simples de guardar, mas é o que menos tem importância. Na verdade o nome em um Vinho não diz nada sobre ele e muitas vezes é usado pelo produtor somente para separar seus produtos e poder divulgá-los. Se você já aprecia um Vinho, o nome vai ajudá-lo a localizá-lo na prateleira do mercado ou na adega, mas é só isso.

· Classificação: Em geral é um complemento ao nome que diz a você se este Vinho é melhor ou especial em relação aos do mesmo produtor ou em relação à região. Algumas regiões têm classificações bem rígidas, e dão uma boa idéia da qualidade ou superioridade do Vinho em relação aos seus pares. Mas em muitos casos a classificação só serve para o produtor lhe dizer que o Vinho foi guardado mais tempo ou tem uma seleção mais apurada, nestes casos valendo somente para comparar Vinhos do mesmo produtor.

· Variedade da Uva:
A variedade da Uva, tanto do Tinto quanto no Branco, lhe dá uma boa idéia dos sabores e aromas possíveis para aquele Vinho. Um bom conselho para o iniciante, é se ater a algumas variedades de uva, por exemplo : branco Chardonnay e tinto Malbec, pois se você apreciar uma variedade terá mais chance se gostar de outros vinhos da mesma variedade de uva. Os europeus não gostam muito de destacar a variedade da uva, até porque alguns vinhos como os famosos Bordeaux, são misturas de diferentes variedades. Os vinhos do novo mundo (Argentina, Chile, EUA, etc.) padronizaram a idéia de destacar a variedade e colaborar com o consumidor.

· Safra: A Safra é o ano da colheita da Uva. Aqui temos uma informação essencial, pois um mesmo Vinho, de mesma classificação, pode ter ficado muito bom em uma Safra e regular em outra. Outra informação importante da Safra é quanto à idade do Vinho, pois alguns Vinhos ficam melhores com o passar do tempo e outros não duram tanto.

· Região de Origem: A Região em que o Vinho foi produzido lhe dá uma boa idéia de como ele é e quais suas características. Em alguns países as regiões são subdivididas e você tem muita precisão nesta informação, sendo que ela é colocada em destaque no rótulo. Em muitos casos estes produtores incluem ainda o local de engarrafamento (ex. Chateaux Belle) que denota um maior controle sobre a origem. Em outros países, como Chile e Argentina, as regiões são muito grandes e a informação perde o sentido, sendo em muitos casos colocada no rótulo atrás de garrafa.

· Nome do Produtor: Em geral se você aprecia um vinho, você tende a ficar fã daquele produtor. Os produtores são muito diferentes e dão um toque marcante a seus produtos. Assim você deve explorar um produtor e conhecer seus vinhos, pois terá boas chances de gostar de todos eles.

· País de Origem: Obviamente está é a informação mais fácil de entender, mas quer dizer muito pouco, pois em geral as variações dentro de um mesmo país são tão grandes que ninguém pode generalizar “adoro vinhos argentinos” ou “os vinhos franceses são excelentes”.


Fonte:http://www.enochatos.com.br/index.php/2008/03/05/como-ler-e-entender-um-rotulo-de-vinho/

Batata Sautée Harmonizada


Batata Sautée

4 a 5 porções
Preparo: 10 min
Pré-cozimento: 15 a 20 min
Cozimento: 6 a 8 min

Ingredientes:
1 Kg de batata
80 g de manteiga ou 100ml de óleo
Salsinha
Sal e pimenta-do-reino

Preparo:
1 - Lave cuidadosamente as batatas sem descascá-las. Ponha-as numa panela com água fria ou na parte superior de uma panela própria para cozimento no vapor. Deixe ferver e mantenha no fogo de 15 a 20 minutos, de acordo com o tamanho: elas devem ficar bem firmes. Escorra e deixe esfriar.
2 - Descasque as batatas e corte em rodelas grossas. Aqueça a travessa em que vai servi-las.
3 - Derreta a manteiga ou esquente o óleo numa frigideira grande, em fogo baixo. Coloque as batatas na frigideira tomando cuidado para que elas não se sobreponham, e deixe dourar de um lado por 3 ou 4 minutos. Vire-as delicadamente com a ajuda de uma ou duas espátulas, e doure o outro lado por 3 ou 4 minutos. Adicione sal e pimenta-do-reino.
4 - Retire a batata com uma escumadeira (para que a manteiga permaneça na frigideira) e coloque-a na travessa aquecida. Decore com salsinha picada.

Sirva:
- bem quente, acompanhando todos os tipos de carne assada ou com molho.
- Você pode fritar as batatas diretamente na frigideira, neste caso corte-as em rodelas finas.

** Harmoniza-se perfeitamente com Vinho Tinto.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Benegas Syrah


Ficha técnica:

Garrafa de 750ml / caixa de 6 garrafas
Vinhedos próprios Bodega Benegas.
Alto Rio Mendoza (800m sob o nível do Mar). Cruz de Piedra, Maipu, Mendoza - Argentina

Idade dos Vinhedos:
30 anos, em média.
Temperatura de consumo:
De 15 a 17 ºC.
Visual:
Violeta brilhante e intenso, típico desta variedade.
Olfativa:
Presença de especiarias, violetas, amora, canela e madeiras combinadas.
Gustativa:
Intenso, com taninos secos e não agressivos. Flores e frutas vermelhas maduras. Fresco, longo e persistente final de boca.
Tato:
Temos um vinho encorpado de coloração intensa.
Envelhecimento:
Doze meses em barris de carvalho francês. Terminada a fermentação, o vinho é mantido em temperaturas de 12°C e é então colocado em barris de carvalho. Um processo controlado de evolução se inicia nos barris de carvalho francês de primeiro ou segundo uso, que proverão elegância ao seu aroma, suavizará os taninos, mantendo a cor particular do Syrah. Os vinhos de melhor qualidade desta variedade são obtidos após doze meses, com o vinho então sendo retirado dos barris, engarrafado e armazenado em adegas.
Premiação:
90 pontos - Robert Parker (safra 2005)
87 pontos - Wine Spectator (safra 2003)
Harmonização:
Com frango, peru e outras aves além de risotos de funghi e massas com molhos espessos.Acondicionamento em adega: Por 5 ou 6 anos.
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quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Merlot


Foi a uva tinta de maior sucesso nos anos 90. Embora usada principalmente para corte nos grandes vinhos de Bordeaux, ela também faz carreira solo. No Novo Mundo, marca presença na Califórnia, no Chile e na Austrália.

A uva Merlot, em geral, produz vinhos menos ácidos e menos tânicos do que a Cabernet Sauvignon, mas como ela, também se beneficia do tratamento em carvalho. Com um potencial de envelhecimento de moderado a bom, pode ficar mais suave com a idade, mas com freqüência os aromas de fruta decaem e os herbáceos dominam.

Embora a generalidade das pessoas associe, em primeiro lugar, o Cabernet Sauvignon com Bordeaux, a verdade é que é a casta Merlot que ocupa, de longe, o primeiro lugar nas vinhas da região, presente em quase todos os lotes.

E em algumas sub-regiões bordalesas, como St. Émillion é mesmo considerada a mais nobre e apreciada, dando corpo a grandes vinhos em parceria com o Cabernet Franc.

Muito divulgada em diversas regiões de França, a casta Merlot tem igualmente um peso grande no norte de Itália, Chile, Suíça e Argentina. No Novo Mundo não atingiu, nem de perto, a expressão do Cabernet Sauvignon, entrando muito tarde em países como a Austrália, Nova Zelândia, África do Sul ou Estados Unidos da América.

Na Califórnia é, desde meados dos anos 90, a casta da moda. Alguns autores norte-americanos contestam-na vivamente, e em parte com razão. Produzido em quantidade, o Merlot californiano é, regra geral, um vinho relativamente neutro onde a presença da madeira anula qualquer outro aroma ou sabor.

Aromas e sabores: frutas vermelhas escuras – amoras pretas e ameixas pretas. Para olfatos mais afiados, surgem também aromas de rosas e bolo de frutas. Quando tratado em tonéis de carvalho, o vinho apresenta uma textura mais rica e um agradável toque de chocolate.

Curiosidade: O vinho Merlot ficou famoso no filme "Sideways", com a repulsa do protagonista de tomá-lo em um jantar. Após o filme, as vendas da variedade despencaram nos EUA.


Fontes: http://winexperts.terra.com.br/arquivos/cursobasico5.html
http://www.domteodosio.com/po/red.html?id=39

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Vinícola Panizzon


História
Era 1960, o patriarca Ricardo e seus seis filhos decidem, a partir da experiência como fornecedores de matéria-prima para vinícolas da região, apostar em sua produção própria de vinhos. Nasce ali, em Travessão Martins, interior de Flores da Cunha – no mesmo local em que a empresa mantém sua sede até hoje –, a Sociedade de Bebidas Panizzon Ltda., atualmente capitaneada pela terceira geração da família.

A produção de vinhos de mesa seria a atividade exclusiva da empresa até 1990.Em 1991, inicia-se a produção de vinagres, sob a marca Rosina (em homenagem à nona Rosina, esposa do fundador Ricardo).

Ainda na primeira metade da década, a Sociedade amplia seu mix, com o lançamento de bebidas quentes e de vinhos compostos.

Um marco da trajetória da empresa se dá em 1998, com a aquisição de propriedade, de 250 hectares, em Campestre da Serra, já nos Campos de Cima da Serra, voltada exclusivamente à produção de uvas Vitis vinifera – para a elaboração de vinhos finos. Em 1999, então, a empresa lança seus primeiros vinhos finos, ao que se segue, em 2002, a estréia no ‘nicho’ de espumantes finos.

Em 2003, ampliando ainda mais sua atuação, a Panizzon apresenta ao mercado linhas de vinagre balsâmico e de suco de uva. Mais recentemente, o azeite de oliva Extra Virgem Rosina, importado da Espanha, veio integrar-se ao catálogo da empresa.

Atualmente, a Panizzon disponibiliza a seus clientes um catálogo com mais de 60 produtos (entre espumantes e vinhos finos, vinhos de mesa, vinhos compostos, suco de uva, coolers, bebidas quentes, sidra, vinagres – de vinho, maçã, álcool ou balsâmico – e agrin).

Premiações
Desde 1999, quando começou a participar de promoções do gênero, a Panizzon conquistou, com seus produtos, dezenas de premiações em concursos nacionais e internacionais de vinhos. O destaque é o espumante fino branco Moscatel Panizzon, ganhador de 24 distinções – o que faz dele um dos mais premiados no país em sua categoria, além de o produto mais laureado da Panizzon –, no período de abril de 2003 a setembro de 2007.

Enoturismo Panizzon
A Panizzon Espumantes e Vinhos Finos, alinhada ao conceito de enoturismo, oferece ao turista, desde 2002, espaço de degustação e varejo e programa de visitação gratuita a suas instalações, em Travessão Martins. Percorrer os corredores da vinícola, conhecer as técnicas de produção e degustar e adquirir os espumantes e vinhos finos Panizzon são as atividades propostas nesse sentido. Para conhecer tal atrativo, os horários são:

- De segunda à sexta-feira: Das 9h às 11h45min e das 13h30min às 17h50min;
- Aos sábados: Das 9h às 11h45min e das 13h30min às 17h;
- Aos domingos: Das 10h às 11h45min e das 13h30min às 17h.


Fonte: http://www.panizzon.com.br/_novosite/empresa/index.html

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Dicas para a degustação


A degustação é basicamente um exame sensorial. É a avaliação da qualidade de um vinho por meios dos órgãos dos sentidos. Significa submeter o vinho a todas essas sensações, procurando analisá-lo de modo a determinar suas características organolépticas.


Dicas básicas para a degustação

- Os copos, além de adequados (boca afunilada, sem desenho, cor ou lapidação) não devem ter cheiro de armário ou de caixas de papelão. Devem ter sido previamente lavados apenas com água quente (sem detergentes);

- Não fume antes e absolutamente nunca durante a degustação;- Não beba café antes de uma degustação, nem use perfumes;

- Concentre-se na degustação, sem distrações;- Não faça comentários e nem se deixe sugestionar;

- Esteja tranqüilo, sem preocupação ou pressão;- A degustação tem caráter subjetivo;

- Para formar um "arquivo" de sensações olfativas, deve-se cheirar flores, plantas aromáticas, frutas, plantas secas, alimentos e outros produtos de origem vegetal e animal que podem ser percebidos pelo olfato. Essa memória servirá para futura referência com os aromas dos vinhos;- No início, talvez haja certa dificuldade em descrever corretamente as impressões do olfato e do paladar. Há um léxico consagrado de degustadores. Só a prática leva ao correto emprego dessa terminologia especificamente dirigida ao vinho, que descreve qualidades e aponta defeitos;

- As melhores possibilidades de degustação acontecem pela manhã, quando há maior sensibilidade sensorial, pois o corpo sente necessidade de líquido;

- Odores são mais bem percebidos com os olhos abertos e em salas iluminadas;

- Deguste no máximo 7 vinhos num dia, para uma degustação objetiva e completa;

- Não deguste vinhos aromáticos alternados com não-aromáticos;

- Não deguste brancos e tintos ao mesmo tempo;- Prove os vinhos em ordem crescente de aroma, açúcar e envelhecimento.


Fonte: http://wbroker.blogspot.com/2007/10/degustao-dicas.html

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Bolo de Frutas com Vinho Branco

Ingredientes:
5 ovos
3 xícaras (chá) de açúcar
2 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 xícara (chá) de fécula de batata
1 1/2 xícara (chá) de água
1 1/2 xícara (chá) de vinho branco
1 colher (sopa) de fermento químico em pó
1/2 xícara (chá) de tâmara
1/2 xícara (chá) de damasco
1/2 xícara (chá) de uva passa
1/2 xícara (chá) de ameixa preta

Preparação:
Leve as frutas ao fogo com o 1 xícara de chá de vinho branco, 1 xícara de chá de água e 0.5 xícara de chá de açúcar para cozinhar, até que fiquem macias. Retire do fogo, escorra a calda e deixa esfriar. Para a massa, bata os ovos inteiros com o resto do açúcar. Desligue a batedeira e alterne a farinha, a fécula e o fermento, com o resto da água e do vinho. Misture bem e delicadamente. Por último, acrescente as frutas escorridas e leve para assar.

Rendimento: 12 porções
Fonte: http://www.moo.pt/receitas/tag/vinho/