Mostrando postagens com marcador vinho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vinho. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Fondue de Queijo

Ingredientes
200 g de queijo gruyère cortado em cubos pequenos
200 g de queijo emmenthal cortado em cubos pequenos
100 ml de leite de vaca integral
200 ml de kirsh (aguardente de cereja)
uma pitada de noz-moscada ralada na hora

Preparo
Misture o leite com a aguardente de cereja. Leve o caquellon ao réchaud em fogo alto. Adicione metade da mistura de leite e kirsh. Quando levantar fervura, abaixe o fogo e acrescente os queijos aos poucos, sempre mexendo para que derretam de maneira uniforme. Quando os queijos estiverem derretidos acrescente a metade restante da mistura de leite e kirsh mexendo calmamente até conseguir uma consistência grossa e cremosa. Sirva a fondue acompanhada de pequenos cubos de pão branco dormido.

* Sugestão de vinhos para harmonizar
Vinhos brancos finos maduros e bem estruturados de uva Chardonnay da Borgonha e da Califórnia ou de uvas Gewurztraminer da Alsácia.
Você pode encontrar vinhos desta variedade no site da Via Del Vino.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Dica da Semana: Cave de Pedra Cabernet Sauvignon


Vinho tinto de mesa, seco, elaborado 100% da casta Cabernet Sauvignon, garrafas numeradas até 5.000.

Vinho nobre com brilhante cor rubi, forte intensidade e pequenas nuances violetas. Bouquet de excelente qualidade, lembrando pimenta verde, que é sua característica varietal. É complexo, fino e delicado proveniente de sua evolução.

Possui ainda notas de aroma que lembra nozes e avelã. Seu sabor mostra um equilíbrio de vinho encorpado, agradavelmente tânico, levemente adstringente que persiste na boca durante algum tempo, deixando a impressão geral de um vinho harmônico e complexo com bom potencial para envelhecimento.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

O Estilo Australiano

O estilo característico dos vinhos australianos enfatiza o brilho, o frescor e os aromas originais da uva. Os vinhos – concentrados, frutados, muito aromáticos – são um reflexo do clima ensolarado. São apreciados porque correspondem muito bem ao tipo de vinho que o mercado procura e podem ser bebidos logo depois de engarrafados. Essa é uma característica amplamente dominante nos vinhos australianos, embora haja várias exceções. Os melhores vinhos australianos distinguem-se pela complexidade e pela estrutura. Além das grandes empresas vinícolas responsáveis por vinhos tecnicamente irrepreensíveis e de qualidade constante, mais de 1.500 produtores elaboram vinhos de grande diversidade de estilo e qualidade. A produção alcançou 11 milhões de hectolitros em 2003, dos quais mais de 40% foram exportados. Devem ser acrescentados, ainda, 580 mil hectolitros destinados à destilação.

A vinha, levada para a Austrália em 1788 via cabo da Boa Esperança, foi plantada no jardim do governador Phillip, local que é hoje o centro de Sydney. Sua cultura logo se espalhou para longe da umidade e das chuvas estivais das zonas costeiras, primeiro para os subúrbios no oeste e de Sydney e para Hunter Valley, atingindo em seguida também o oeste e o sul da Austrália, chegando até Victoria e a Tasmânia. No final da década de 1830, várias regiões já produziam em escala comercial, e esse desenvolvimento permaneceu até o final do século XX.

Os vinhos australianos continuaram, entretanto, desconhecidos no exterior até cerca de quinze ou vinte anos atrás. Depois, menos isolados do que antes, encorajados por um mercado interno em plena expansão, ajudados por uma tecnologia massiva – a irrigação transformou vasta região até então quentes e áridas -, os produtores se puseram a produzir os tipos de vinhos que atendiam ao mercado internacional. Com certa surpresa, descobriram que seus vinhos eram apreciados e aclamados no mundo inteiro por sua relação preço/qualidade. Desde então, a reputação dessa parte do hemisfério Sul não cessa de aumentar, de modo que seus vinhos continuarão a surpreender e a apaixonar à medida que forem concretizando plenamente seu potencial.
* Dicas de Vinhos Australianos
Jacob's Creek Shiraz Cabernet
Vinho australiano fino tinto seco, elaborado com uvas viníferas da variedade Shiraz e Cabernet Sauvignon. A variedade Shiraz tem sua origem no Rhône, França e se adaptou ao solo e ao clima da Austrália com perfeição, o mesmo pode se dizer da bordalesa Cabernet Sauvignon. A mistura destas uvas é própria da Austrália e encanta aos paladares tanto iniciante quanto de conhecedores.
O vinho tem coloração rubi escuro com reflexos violetas. Os aromas de especiarias, frutas pretas maduras e carvalho, tornam esse vinho sedutor. Na boca tem médio corpo para encorpado, seco, muito frutado e macio. Graduação alc. 12,5% vol.
Tyrrells Moore's Creek Shiraz
A Tyrrel's Wine, é uma conceituada vinícola familiar australiana, focada no mercado externo, tendo êxito na penetração na Europa, chegando agora ao Brasil. Contando com vinhedos próprios e esmeradas instalações, apresenta um vinho de cor potente, vermelho púrpura escuro, profundo, límpido e de muito brilho. Ao olfato, temos um vinho que valoriza as frutas vermelhas, de muita tipicidade do Shiraz, com a madeira muito sutil, notas de uva madura, quase passa, também um pouco de álcool. Ao paladar, um vinho macio de taninos doces, de muita tipicidade, retro-gosto marcante e pronunciado.Ao tato, um vinho quente, macio e de taninos redondos.Temperatura de consumo: de 14 a 18 graus.
Acompanhamentos: este vinho é potente e alcoólico, podendo a-companhar pratos mais densos e gordurosos, como carnes de panela, bacalhau, queijos fortes.
Andrew Peace Masterpeace Shiraz 2003
A Andrew Peace é uma pequena vinícola familiar que leva o nome de seu enólogo e mentor. Situada na região de Murray Valley, conta com vinhedos próprios e modernas instalações.
Neste Masterpeace foi elaborado um Shiraz de cor vermelho púrpura com toques violáceos, límpido, transparente e de boa intensidade. Ao Olfato, é um vinho que valoriza as frutas vermelhas como a cereja eo morango, e um frescor com a madeira muito sutil. Ao paladar se percebe um pouco de uva passa e novamente a valorização das frutas vermelhas aliadas ao álcool, de corpo médio, macio e com boa passagem na boca. Ao tato, um vinho de taninos doces e quentes.
Este vinho tem uma proposta jovial, tendo suas virtudes mantidas nos próximos 3 a 4 anos. O Shiraz Masterpeace vai bem com pratos com ervas frescas, em carnes ou massas. Já com queijos, indicaria o Brie ou Camembert, e petiscos em geral. Temperatura de consumo: 12 a 16 graus

Fonte: Larousse do Vinho

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Spaghetti a Carbonara

Ingredientes
200 g de macarrão tipo spaghetti de grão duro
100 g de bacon em cubos
02 ovos batidos em 200 ml de creme de leite fresco
01 dente grande de alho picado ou espremido
01 colher de sopa de azeite de oliva
Sal a gosto

Processo
Cozinhe o macarrão em 02 litros de água fervente e uma colher de sopa de sal e reserve. Aqueça o azeite em uma frigideira grande e doure o bacon até soltar a gordura. Acrescente o alho e deixe dourar. Coloque macarrão na frigideira e mexa. Bata os ovos com um garfo e acrescente na frigideira misturando-o ao macarrão. Quando o ovo estiver cozido sirva.

* Sugestão de vinhos para harmonizar
Vinhos brancos secos finos de mesa ou tintos jovens, pouco taninosos, leves e frutados de uvas Pinot Noir, Cabernet Franc ou Gamay.
Fonte: www.vevebraganca.com/receitas.htm

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Dica da Semana: Marco Luigi Conceito Tempranillo 2006


De caráter moderno e arrojado, a Marco Luigi vem inovando a cada dia e se dedicando na elaboração de vinhos cada vez mais complexos e atraentes.Por isso, coloca a disposição de seus clientes e apreciadores o vinho "Conceito Tempranillo".
O que caracteriza este vinho é a grande concentração de cores, aromas, elegância, equilíbrio e com excelente aptidão de envelhecimento.

Cor: Vermelho intenso com tons violeta.
Aroma: Vinho de belíssima estrutura aromática lembrando framboesa, cereja, morango e frutas do bosque.
Sabor: Vinho encorpado, de paladar agradável e denso, com ótima acidez, taninos sedosos e macios.
Variedade: 100% Tempranillo
Tipo: Tinto Seco
Safra: 2005
Grau Alcoólico: 12,5%
Temperatura Ideal: 14º a 16º
Conteúdo: 750ml
Para compra este vinho, clique aqui.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Variedade de Uva Tempranillo


A Tempranillo constitui a cepa-chefe da maioria dos vinhos tintos espanhóis importantes, inclusive o Rioja, o Ribera del Duero e os bons crus da Catalunha. Ao apreciador de vinho, ela lembra um pouco os aromas e o gosto da Pinot Noir da Borgonha. A teoria, seguramente de origem gustativa, segundo a qual a cepa teria ido da França para o Norte da Espanha graças a peregrinos não tem confirmação histórica. Seja qual for sua origem, a Tempranillo tornou-se a primeira das cepas tintas da Espanha. Ao longo de toda a península Ibérica, ela tem diversos nomes, entre eles Tinta Roriz, em Portugal. É cultivada no Douro para produzir o Porto e vinhos de mesa.

O Rioja é o mais conhecido dos vinhos à base de Tempranillo. Nele, a cepa não é utilizada sozinha, mas nos melhores vinhos de Rioja ela é freqüentemente majoritária. Desenvolve-se particularmente bem nas regiões de pluviosidade moderada de Rioja Alta e Rioja Alavesa, e sua maturação precoce convém às zonas de altitude de Rioja e Ribera del Duero, que apresentam clima fresco e solos calcários.

A Tempranillo dá um vinho colorido, com acidez relativamente baixa, que reage bem ao envelhecimento em barril de carvalho. Quase não tem taninos; para compensar essa falta, às vezes é mesclada a cepas como a Mazuelo e a Cabernet Sauvignon.

A Tempranillo continua sendo fundamentalmente espanhola, e em outras partes do mundo só existe em quantidades limitadas. Além de Portugal, o único país a cultivar áreas importantes dela é a Argentina.

Para mais informações ou compra de vinhos desta variedade, clique aqui.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Vinícola Casa Perini


Em 1876, os imigrantes Antonio e Giuseppe Perini chegavam ao Brasil trazendo da Itália a arte de transformar uva em vinho e a imagem do Santo Anjo da Guarda para abençoar o Vale onde a Família Perini iria viver. Acreditavam que o seu amor pela terra, unido à benção do Santo, daria um sabor especial às uvas que cultivavam. Lenda ou não, há quatro gerações os Perini seguem produzindo vinhos de excelente qualidade.

No entanto, a produção vinícola teve seu início mais tarde, com João Perini, em 1928. A partir daí, começa a expansão e, gradativamente, o processo de produção vai sendo aprimorado em todos os aspectos, desde o cultivo de novas variedades viníferas até o produto final.

Já em 1970, Benildo Perini, neto de Giuseppe e atual diretor, inicia a transformação do pequeno empreendimento familiar em empresa, engarrafando seu vinho com a marca Jota Pe. O empreendimento familiar ganha uma nova estrutura, em moldes empresariais, para atender diversos segmentos do mercado em vários estados do Brasil.

Para mais informações ou compra de produtos desta vinícola, clique aqui.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Espumantes Nacionais


Mesmo sem Veuve Clicquot, Moët & Chandon, Krug ou Taittinger na taça, o brasileiro pode brindar as festas de fim de ano sem medo de fazer feio. É que os espumantes nacionais, nascidos dos vinhedos gaúchos, alcançaram uma qualidade tão elevada que alguns especialistas até são capazes de compará-los aos similares de países como Itália e Espanha – embora ainda percam para os franceses de Champagne, imbatíveis. Os especialistas explicam que as condições de solo e clima do Rio Grande do Sul são muito mais favoráveis para a produção de espumantes que de tintos e brancos “tranqüilos”, sem borbulhas.

A bebida é feita com as mesmas uvas dos vinhos comuns. A diferença é que elas são submetidas a uma segunda fermentação, na qual surgem as bolhas. O processo é crucial para garantir a qualidade.

A casa Chandon passou a dedicar-se exclusivamente aos espumantes no Brasil, estimulada pelo fato de seu brut (versão seca) ter reinado solitário nas gôndolas dos supermercados e lojas especializadas na última década. A concorrência não tardou a chegar. Hoje, há pelo menos meia dúzia de marcas no mesmo patamar.

Recentemente, a Associação Brasileira de Sommeliers (ABS) preparou um ranking de vinhos nacionais, após quatro meses de testes e degustações. “Estamos no Primeiro Mundo em matéria de espumantes”, avalia o presidente da entidade, Arthur de Azevedo. De fato, eles obtiveram as melhores médias na avaliação: 40% das marcas conseguiram notas acima de 75 (a máxima era 100). Entre os vinhos tintos, 30,3% alcançaram essa pontuação. Entre os brancos, apenas 11,4%.
Os espumantes mais bem cotados têm nomes que não soam familiares ao consumidor, mas isso deve mudar, até porque eles têm excelente relação custo-benefício. Marcas como Don Giovanni, Cave de Pedra, Cordelier, Dom Laurindo, Chandon, Chandon Excellence, Dom Cândido, Salton, Miolo, Dal Pizzol e Salton Volpi têm preço médio entre R$ 15 e R$ 36.

O champanhe ou espumante brut (o tipo mais seco) acompanha bem entradas e pratos principais leves, como ostras cruas, camarões e peixes grelhados. Com aves e carnes vermelhas, em receitas suaves, aconselha-se bebericar os espumantes rosés. As sobremesas pedem uma das variedades mais doces, como o démi-sec ou o moscatel espumante, nos moldes do que é produzido na região italiana de Asti.

Quem não abre mão da ceia com pratos tradicionais deve ter em mente que o tender combina com espumante ou champanhe demi-sec, o peru vai com o rosé e o pernil de porco ou o bacalhau podem ser degustados com o brut.

Espumantes para todos os bolsos



Na hora de celebrar as festas de fim de ano, nenhuma bebida resulta mais elegante do que o espumante. Este possui o caráter alegre e festivo que surge de suas finas e intermináveis borbulhas. Napoleão Bonaparte dizia: “tomo Champagne para celebrar uma vitória... e tomo Champagne, quando sou derrotado, para consolar a mim mesmo”.

Champagne é um tipo especial de espumante francês, da região do mesmo nome, segundo as regras estabelecidas pela sua AOC (Appellation d’Origine Contrôlée). Todos os demais espumantes, feitos pelo método tradicional (Clássico ou Champenoise) ou pelo método de Charmat, não devem e nem poderiam ser chamados de Champagnes. Entretanto, em muitos países, inclusive na França, são produzidos excelentes espumantes, como na Espanha (conhecidos como Cavas), Alemanha (conhecidos como Sekt), Itália, Portugal, EUA, Austrália, Nova Zelândia, Chile, Argentina, Uruguai e Brasil.

As variações de estilos e gostos são muitas entre os espumantes: Brut (seco), Demi-Sec (meio-seco ou suave) e Doux (doce), segundo o teor de açúcar; por assemblages de distintos tipos de uva ou selecionando uma única variedade; pelo método Asti, processo italiano diferente do Clássico e Charmat, utilizando a uva aromática Moscatel, etc. Os vinhos frisantes, ligeiramente gasosos, tipo Lambrusco italiano ou Vinhos Verdes portugueses não fazem parte dessa categoria de bebidas. E, muito menos, daquelas que são produtos de fermentação de outras frutas, que não a uva, como as Cidras (maçãs).

Sem preconceito, a opção para a compra, nessa época do ano, pode recair sobre um espumante brasileiro, grandes profissionais de enologia, conseguem produzir espumantes de muito boa qualidade. Destaque às casas Amadeu (Cave Geisse) e Chandon – Brasil (Chandon Excellence), assim como os seus Brut simples (Cave Amadeu e Chandon). Outras marcas de boa qualidade provêm das vinícolas Aurora, Cave de Pedra, Dal Pizzol, Lantier (De Greville), Giacomin, Lovara, Marson, Miolo, Salton e Valduga.




Fonte:

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Dica da Semana: Dom Cândido Reserva Chardonnay


Vindima
Tipo: Manual / Transportada em caixas plásticas de 20 kg.
Data: Mês de Janeiro
Produção: 8.000 kg/ha

Vinificação
Esmagamento: Desengace com esmagamento e adição de SO2 e enzimas
Tanque de Fermentação: Aço inoxidável
Fermentação alcoólica: Adição de levedura selecionada, temperatura de 12 a 15ºC.
Fermentação Malolática: Sim

Amadurecimento e Estabilização
Amadurecimento: Amadurece em barris de carvalho por dois meses. Após, envelhece na garrafa.
Estabilização pelo frio: Sim

Possui cor amarelo dourado, com reflexos esverdeados, apresenta aroma cítrico de frutas amarelas e complementa sua plenitude aromática com o carvalho. Notas de maçã verde, coco e baunilha, o que sublinham a complexidade olfativa. Ao paladar, apresenta-se fresco, equilibrado, com retrogosto persistente e notam-se sabores de bolo, tostados e frutas cítricas.
Combina perfeitamente com aves de carnes brancas, peixes, caviar, crustáceos, moluscos, lagosta, fígados, pastéis de queijo, patês.
Para mais informações ou compra deste produto, clique aqui.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Vinícola Dal Pizzol


A Dal Pizzol traz consigo uma tradição na vitivinicultura que remonta o Século XIX (1878), quando os primeiros imigrantes da família chegaram ao Brasil.

Criada em 1974, a Vinícola Monte Lemos, mais conhecida por Dal Pizzol, conta hoje com um quadro de 15 colaboradores liderados pelos irmãos Antônio e Rinaldo Dal Pizzol. O enólogo responsável pela vinícola é Dirceu Scottá.

Com uma produção anual de 250 mil garrafas (200 mil litros), a Dal Pizzol, está instalada em Faria Lemos, distrito de Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha. Deste total, 51% são vinhos tintos, 12% vinhos brancos, 32% espumantes e 5% suco de uva. A vinícola possui uma ampla variedade de produtos nas marcas Dal Pizzol (58% da produção) e Do Lugar (42%).

O controle de qualidade inicia ainda no cultivo da videira. Para garantir uma produção de qualidade a Dal Pizzol mantém parceria com produtores através de acompanhamento técnico feito por dois enólogos e um engenheiro agrônomo da vinícola. A assessoria se dá em todo o processo, desde a variedade de uva a ser implantada até a colheita. Cada produtor recebe uma cartilha de procedimentos e práticas para o cultivo da videira. O material dá instruções, inclusive, sobre o limite de produção por área, variedade e sistema de condução da parreira. Esta parceria também contempla uma tabela de benefícios conforme a qualidade e tratos culturais implementados no vinhedo para cada safra.

Com uma proposta diferenciada que privilegia uma produção controlada, os vinhos da Dal Pizzol podem ser encontrados no mercado nacional em lojas, delicatessem, hotéis, bares, restaurantes, no próprio varejo da cantina e através de um moderno serviço de telemarketing feito diretamente ao consumidor.

Histórico

Fazendo parte do contingente de imigrantes que chegaram ao Rio Grande do Sul por volta de 1878, os irmãos Martino e Bartolo Dal Pizzol, ainda jovens, juntamente com os pais, tios e avós, formando uma grande família, escolheram a região da Serra Gaúcha, mais precisamente em Bento Gonçalves, para se estabelecer. Vieram de San Pietro di Feletto e Conegliano, na província de Treviso, Região do Veneto. Dedicaram-se, inicialmente, como todos os imigrantes, à agricultura rudimentar da época e, simultaneamente, iniciaram o plantio de videiras, cujo vinho se destinava ao próprio consumo.

João Baptista, filho mais velho de Martino e Catharina Titton, ao constituir família na Linha Paulina, em Bento Gonçalves, consolidou-se como produtor de uvas viníferas. O vinho que João Baptista produzia era, já na época, muito apreciado e famoso. A arte foi passando de pai para filho e Atílio, o primogênito, em sua mocidade aprimorou seus conhecimentos com vinhateiros e portugueses que chegaram à região.

Em 1940, Atílio e sua jovem família estabeleceu-se nas terras recém adquiridas em Faria Lemos – Bento Gonçalves, cujos vales e encostas eram promissores para o cultivo da videira. Plantaram famosas castas européias e passaram a produzir o melhor vinho.

Até hoje a filosofia da família, trazida da Itália por Martino e seguida por Atílio e seus filhos, é de manter uma produção limitada de vinhos elaborados com uvas finas. Em 1974, Atílio reuniu os filhos e institucionalizou a venda de seus produtos, criando a Vinícola Monte Lemos Ltda., empresa constituída unicamente pelos membros da família Dal Pizzol. Foi escolhido o nome Monte Lemos (Faria Lemos), em cujas encostas estão plantados os vinhedos da família que dão origem aos vinhos de sua adega.

Os cuidados deste artesanato praticado pela tradicional família de vinhateiros iniciam no trato da videira, desde a poda no inverno, até a meticulosa seleção das uvas maduras na colheita. Em 1978, ano do centenário da chegada do avô Martino no Brasil (1878-1978), Atílio, com muito orgulho e prestando uma homenagem ao imigrante, ofereceu o Cabernet "Do Lugar", reserva da família, para alguns privilegiados amigos e apreciadores. Dentro da mesma filosofia surgiu o vinho branco Trebiano "Do Lugar" e o vinho tinto Merlot "Dal Pizzol" – Safra 1981. Outros vieram para compor essa grande família de vinhos.

Para compra ou mais informações sobre produtos desta vinícola, clique aqui.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Decantação - sólidos no fundo da garrafa


Com os vinhos armazenados a mais de três anos deve-se ter o cuidado de não agitar a garrafa, para não despertar os cristais sólidos no fundo da garrafa. Se estes cristais forem despertados, será necessário decantar o vinho. Este processo consiste em separar os resíduos do vinho, através de transferência do líquido para outro recipiente, assim deixando estes cristais no fundo da primeira garrafa.

“Decantar” significa passar ou transferir de um recipiente a outro, um liquido que contenha depósito sólido. Esta é a uma das principais razões que nos leva a decantar um vinho, mas há outras.

Os depósitos sólidos são originados através de reações químicas, onde os antocianos (responsáveis pela cor do vinho) reagem com os taninos (polifenóis) promovendo o fenômeno de polimerização, formando grandes moléculas que se precipitam. Esta polimerização continua após o engarrafamento e com o tempo há a formação dos depósitos no fundo da garrafa.

Devemos decantar vinhos tintos ricos em cor, encorpados e com aroma fechado.

Vinhos tintos com depósitos nos fundos das garrafas devem ser decantados, caso não sejam demasiadamente velhos (mas de 20 anos de idade), pois apesar dos depósitos existentes, a decantação pode eliminar os fracos aromas ainda nele existentes.

Alguns vinhos brancos encorpados, fermentados em barricas de carvalho podem se beneficiar de uma decantação imediatamente antes do seu serviço.

Os que não merecem ser decantados são os tintos com pouca cor, pouco corpo ou brancos pálidos, podem por princípio estarem mais sujeitos á oxidação com a conseqüente perda dos aromas frescos e frutados.


Fonte: http://bbel.uol.com.br/noticia_exibe.aspx?pk=260

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Costeletas de Porco com Abacaxi



Ingredientes
4 costeletas suínas
1 colher (sopa) de manteiga
1/4 xícara (chá) de suco de abacaxi
1 colher (sopa) de molho inglês
sal e pimenta-do-reino a gosto

Molho
líquido do cozimento das costeletas
1 colher (sopa) de farinha de trigo
1/2 xícara (chá) de leite
sal e pimenta-do-reino a gosto


Modo de Preparo
Em uma frigideira, doure as costeletas na manteiga. Salpique com sal e pimenta. Junte o suco de abacaxi e o molho inglês. Baixe o fogo, tampe e cozinhe lentamente até as costeletas estarem macias. Se necessário, junte mais um pouco de suco.

Molho: coloque em uma frigideira 1 colher de sopa do líquido do cozimento das costeletas. Junte a farinha de trigo e cozinhe mexendo bem. Acrescente o leite e aqueça mexendo sempre. Tempere a gosto com sal e pimenta. Sirva sobre as costeletas.

Rendimento
2 porções

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Dica da Semana: Marson Reserva Chardonnay


A vinificação é realizada através de prensas de baixa pressão, o que origina sucos limpos, resistentes a oxidação e, conseqüente, evita a perda de aromas. A fermentação em pipas de aço inox com controle de temperatura permite a formação de aromas intensos e persistentes.

Chardonnay Marson é um vinho com aroma frutado, pleno, vigoroso, delicado, sutil e paladar delicioso. Tire o máximo proveito degustando-o a uma temperatura entre 6ºC e 12°C. Acompanha bem escargot, frios, peixes, caviar, canapés, suflês com legumes carnes, massas com molhos leves, crustáceos, moluscos, fondue de queijo, queijos leves e médios.

Para mais informações ou compra deste vinho clique aqui.


quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Vinícola Marco Luigi


A história da vinícola começa em 1875 com a chegada ao Brasil, vindo de Terragnolo, província de Trento, norte da Itália, do patriarca Marco e seu filho Luigi, que se instalaram na região de Bento Gonçalves.

Dedicaram-se primeiramente ao cultivo de milho e trigo, mas sem deixar de lado o sonho de cultivar videiras para produzir vinhos.As primeiras parreiras foram plantadas no meio da mata, a partir de uvas trazidas no navio. Os vinhos artesanais produzidos então eram somente para consumo próprio.

O sonho de produzir vinhos foi passado de geração em geração. Em 1901 nasceu Marco Luigi, filho de Luigi e que impulsionou a realização do sonho.Com o aumento da produção de uvas, os vinhos passaram a ser comercializados na região. Em 1946 Marco Luigi registrou sua vinícola. A paixão pelos vinhos passou de pai para os filhos ao longo das gerações e hoje o filho e o neto de Marco são os responsáveis pela vinícola.
Para mais informações ou compra de um vinho desta vinícola clique aqui.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Função da Cápsula


As cápsulas encobrem a rolha e o pescoço da garrafa. Elas dão à rolha alguma proteção contra o mofo, e têm pequenos orifícios para permitir que o vinho respire. Tradicionalmente, as cápsulas são de chumbo ou estanho, mas vinhos mais baratos têm plástico em seu lugar. Em alguns casos dependendo da qualidade das mesmas podem contaminar as rolhas e transferir aromas desagradáveis aos vinhos.

Garrafas com cápsulas danificadas devem ser examinadas cuidadosamente: na falta de proteção, as rolhas podem se deteriorar e causar a oxidação do vinho. Recentemente, surgiram garrafas sem cápsulas, mas com rolhas protegidas com cera que varia de acordo com a cor do vinho.

Como retirar a cápsula

Corte e remova com uma faca ou com a ponta do saca-rolha cerca de 0,5 cm da cápsula. Nunca serva o vinho sobre a cápsula, pois o chumbo e o estanho são tóxicos e podem contaminá-lo.

As cápsulas geralmente se compõem

De chumbo
Geralmente utilizada nos vinhos finos melhores
Maior proteção e melhor aparência
Mais caras e têm risco de contaminação

De plástico
Geralmente usadas em vinhos de mesa
Custo mais baixo que as anteriores
Sofre retração com calor

Porém isto pode variar de acordo com as pretensões da vinícola sobre o vinho.

Bife ao Creme de Gorgonzola


Ingredientes
1 kg de carne de bife da sua preferência
2 dentes de alho
Sal a gosto
Margarina ou azeite para fritar
2 caixinhas de creme de leite
2 colheres de margarina
50 g de queijo gorgonzola

Modo de fazer
Misture a margarina e o queijo com um garfo (faça uma pasta) e reserve.
Tempere os bifes com o alho e o sal, ou a seu gosto.
Leve para fritar primeiro, depois coloque numa travessa e reserve.
Com a frigideira ainda quente, coloque a pasta de queijo, deixe derreter e borbulhar um pouco.
Coloque o creme de leite e jogue por cima dos bifes.
Está pronto para servir com arroz, batata palha e uma salada.


Dica: um bom vinho tinto seco elaborado com a variedade Carmenere.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Dica da Semana: Bag in Box Battistello Moscato Giallo


Origem: Uvas cultivadas nas encostas elevadas da propriedade da família, no Vale dos Vinhedos, de solo rochoso e fértil, de clima com boa amplitude térmica e excelente insolação, isso resulta numa mescla de aromas e taninos bem estruturados.

Colheita: A safra é realizada manualmente no início de março. As uvas são selecionadas e transportadas em pequenas caixas cuidadosamente, de maneira que cheguem sãs e intactas.
Vinificação: fermentado em cubas de aço inox com temperatura controlada e maceração pós-fermentativa e seu envelhecimento é feito em tanques de aço inox, para conservar intactas as características de cada variedade.

Safra: 2006
Cor: Vinho branco seco, brilhante, cor amarelo ouro com reflexos esverdeados.
Aromas: Aroma de flores silvestres e frutas como a maça, casca de laranja e manga. Com um leve toque de cidreira e mel, é macio e elegante.
Paladar: De paladar fresco, de expressivo volume e acidez equilibrada.
Serviço: É excelente como aperitivo ou para acompanhar coquetéis, todos os queijos e pratos como peixes, frutos do mar, pizzas e massas de condimentação mais leve.
Temperatura de consumo: 6 a 8°C.
Graduação alcoólica: 12 %vol.

Aproveite toda linha de Bag in Box Battistello em promoção no site da Via del vino. Garanta o sucesso de suas festas neste final de ano!

Para compra deste produto clique aqui.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

A Influências da Cor da Garrafa no Vinho


Existem diversas formas de garrafas, com design mais ou menos estilizado, de várias capacidades e cores, tendendo-se para garrafas mais leves, dado o avanço verificado na indústria vidreira, com menor espessura pela utilização de vidro mais duro e resistente.

O vidro é uma substância amorfa, transparente e não cristalizada, insolúvel, resistente a ácidos e a bases. É obtido pela fusão a 1500ºC de areias ricas em sílica, soda, alumina, magnésio e cal.

A cor do vidro é dada pela adição de óxidos metálicos às matérias-primas em fusão. Assim, obtêm-se a cor azul e a amarela com a adição de óxidos de ferro.
As garrafas de vidro branco, normalmente utilizadas para os vinhos brancos têm até 0,15% de óxidos de ferro, as verdes claras de 0,8 a 1,5 %, as mais escuras com valores de 2,5%. Com a adição do peróxido de ferro obtêm-se a cor de folha morta e com óxido de crómio a cor verde, esmeralda.

A escolha de uma garrafa para um determinado vinho é de uma enorme importância, sobretudo porque a cor do vidro tem uma ação direta na conservação do vinho protegendo-o da ação da luz. Tem como base nos seguintes princípios:

- a garrafa branca ou transparente trava os raios ultravioleta e parcialmente o violeta deixando passar as outras radiações. Pouco indicada para vinhos muito frutados e aromáticos onde se pretende preservar a sua frescura. Indicada para vinhos que adquirem rapidamente um agradável bouquet de redução (asfixia oxigénio), de castas pouco aromáticas.Vinhos para consumo jovem. Se pretende deixar o vinho envelhecer, evite estas..

- a garrafa verde pára os ultravioletas e violeta deixa passar o azul e muito o amarelo, retendo grande parte das outras radiações. O vinho fica mais bem protegido. Generalizado para a maioria dos vinhos tintos.

Um dos grandes avanços na indústria vidreira, sobretudo para o vinho, foi o tratamento de superfície no vidro, já que, do ponto de vista químico não era completamente neutro até ao século XVIII. Os ácidos destruíam o vidro e muitos vinhos deterioravam-se. Outro tratamento que se dá às garrafas é o endurecimento exterior, impedindo que risquem com os choques e fricções.

A garrafa é a maneira mais cômoda de distribuí-lo, apresentá-lo dignamente, informar o consumidor, e, sobretudo para conservá-lo, mantendo as características organolépticas do vinho e por vezes potenciando-as.

Do ponto de vista ambiental, é facilmente reciclável, mas, sobretudo do ponto de vista estético é um objeto nobre desde que o bom gosto impere ao “vesti-la”.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Talharim ao Molho de Tomate Seco


Ingredientes
250 g de talharim
3 colheres de sopa de manteiga
1 colher de chá de alho picado
1/2 cebola picada
Sal a gosto
170 g de tomate seco
1 caixinha de 500 ml de creme de leite

Modo de Preparo
Em uma panela, coloque a manteiga e doure a cebola e o alho.
Coloque metade do tomate seco, o sal e metade do creme de leite e cozinhe por 5 minutos.
Tire o molho da panela e leve ao liquidificador. Após bater, volte para a panela e coloque o restante do tomate seco e do creme de leite.
Aqueça o molho e coloque-o sobre o talharim já cozido.

Harmoniza-se perfeitamente com vinho branco, uma dica especial é o Battistello Moscato Giallo 2005.