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segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Penne ao Molho Camponatto

Ingredientes
1/2 pimentão amarelo pequeno picado em cubos pequenos
1/2 pimentão vermelho pequeno picado em cubos pequenos
01 cebola roxa média picada em cubos pequenos
01 dente grande de alho finamente picado
01 berinjela média sem casca picada em cubos pequenos
01 abobrinha média sem casca picada em cubos pequenos
01 colher de sopa uvas passas pretas sem sementes
01 colher de sopa de alcaparras
200g de polpa de tomate
04 colheres de sopa de azeite de oliva
100ml de água
01 colher de chá de pimenta calabresa
01 colher de chá de orégano seco
02 colheres de chá de manjericão seco
200g de massa tipo penne grano duro cozida ao ponto de ao dente
Queijo parmesão ralado na hora e sal a gosto

Processo
O molho
Em uma frigideira grande aqueça o azeite. Acrescente os pimentões e deixe dourar. Em seguida acrescente a cebola e o alho misturando e deixando dourar. Acrescente a berinjela, depois a abobrinha e misture sempre deixando dourar. Acrescente as passas e alcaparras misturando-as por 1 minuto. Acrescente a polpa de tomate e o sal, misture e cozinhe por mais 1 minuto. Acrescente a água e a pimenta mexa bem, abaixe o fogo e deixe reduzir.

A pasta
Em 2 litros de água fervente acrescente o penne, cozinhe por de 12 minutos, desligue o fogo acrescente o sal e deixe descansar por 3 minutos. Escorra a massa sem lavá-la e reserve em um recipiente, cobrindo com um pano úmido.

A montagem
Em um prato fundo coloque uma generosa porção de penne, em seguida no centro do prato coloque 02 conchas de molho e depois a crescente o queijo ralado por sobre o molho tomando como referência sempre o centro do prato.

* SUGESTÃO DE VINHOS PARA HARMONIZAR
Vinhos tintos jovens de corpo médio de uvas Merlot, Cabernet Sauvignon ou ainda um Chianti Clássico.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Vinícola Cave de Pedra


A Vinícola Cave de Pedra está localizada no Vale dos Vinhedos em Bento Gonçalves. É uma unidade especializada em Vinhos e Espumantes.

As pessoas que trabalham nesta vinícola estão no ramo a mais de 25 anos, todos frutos de italianos nascido na região, onde seu antepassado oriundo do norte da Itália, com grande experiência no cultivo das videiras e elaboração de vinhos.

Os espumantes são elaborados pelo processo Champenoise (fermentação na garrafa), que é muito utilizado na França, por ser um método resultante de um produto de ótima qualidade. Para poder utilizar este método é necessário se ter um ambiente com temperatura baixa e constante, durante o ano todo. Para se conseguir esta temperatura natural, foram construídas caves totalmente de pedra, numa profundidade de 20 metros, escavados na rocha, e conseqüentemente a arquitetura por ser de pedra logo se pensou em forma de castelo medieval, conseguindo assim a elaboração de excelente espumante.

A vinícola recebe também pessoas para visitação, degustação, varejo e eventos. Para os amantes do vinho, dá cursos de elaboração de vinhos, degustação, osteria e marketing. Mesmo sendo uma vinícola com pouco tempo no mercado, vem mostrando cada vez mais o reconhecimento e premiação, no mercado Nacional e Internacional, pela qualidade de seus varietais, acreditando muito na Ciência e Tecnologia aplicada na elaboração de seus produtos.


Espumante Brut Cave de Pedra

Espumante Brut elaborado pelo processo Champenoise, 80% Chardonnay e 20% Pinot Noir. Método Tradicional de elaboração não passando de 4.000 garrafas ano, de tonalidade e intensidade boa, de coloração dourada levemente esverdeada, de bom aspecto visual, límpido e cristalino com espuma fina e persistente pérlage, bastante ativo com numerosas borbulhas. Na boca aroma floral, frutado de grande intensidade, lembrando flores do campo e mel. Na boca, franco, delicado, redondo e de bom equilíbrio.

Premiações

• Medalha de Ouro no II Concurso Internacional de Vinhos "La Mujer Elije" - Mendoza, Argentina.

• Medalha de Prata no XII Concurso Internacional de Vinhos Urgup - Turquia.

• Medalha de Prata no II Concurso Internacional de Vinhos Thessaloniki - Grécia.

• Medalha de Prata - ABS - SP/ GULA.

• Medalha Dupla de Ouro no II Concurso Internacional de Vinhos do Brasil (Espumante Brut 2002).

• Medalha de Ouro no II Concurso de Espumante Fino Brasileiro (Espumante Brut 2003).

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segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Camarões em Crosta de Provolone

Ingredientes
500g de camarões VG sem casca, marinados em sal, noz moscada ralada na hora, pimenta do reino branca moída hora e vinho fino branco seco preferencialmente de uva Sauvignon Blanc
02 ovos batidos
04 colheres de sopa de queijo provolone ralado em ralo fino
02 colheres de sopa de farinha de trigo
02 colheres de sopa de farinha de rosca
Espetos de madeira imersos em água

Processo
Coloque 04 camarões já marinados por espeto. Disponha o ovo, o queijo ralado e as farinhas em travessas individuais. Passe cada espeto de camarões pelas travessas na seguinte ordem, queijo ralado, farinha de trigo, ovo, farinha de rosca e por último no queijo ralado novamente. Em uma frigideira aqueça o óleo até estar bem quente, coloque o dente de alho com casca, deixe fritar o alho, depois frite os camarões até dourar.

Sugestão de vinho para harmonizar
Vinhos brancos secos maduros evoluídos de uva Chardonnay ou brancos alsacianos de uma gewurstaminer ou riesling.
Fonte: www.vevebraganca.com/receitas.htm

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Variedade de Uva Riesling


Junto com a Chardonnay é considerada a melhor uva branca do mundo. Produz vinhos com acidez elevada e teor alcoólico baixo (8ºC). Cepa que brilha nos vinhedos frios da Alemanha e da Alsácia francesa, mas também é plantada com bons resultados na Nova Zelândia, na Austrália e na Áustria.

Vários fatores explicam o seu fascínio: ela é uma das raras uvas que resulta em bons brancos secos e também em deliciosos vinhos doces - em alguns vinhedos, ela é atacada pela Botrytis cinerea, o mesmo fungo que possibilita a elaboração dos grandes vinhos de sobremesa em Sauternes, ao sul de Bordeaux. A Riesling é conhecida ainda pela sua capacidade de expressar as características do local em que está plantada (terroir, como dizem os franceses), e por resultar em brancos delicados, muitos com notas minerais marcantes, com ótimo frescor e acidez.
São qualidades que tornam a Riesling uma boa opção para quem não gosta muito de vinho branco, mas quer arriscar uma bebida nos dias mais quentes de 2008.

A Riesling pode gerar vinhos capazes de durar décadas com uma grande variedade de estilos: do mais seco possível, passando pelos meio-doces, até os doces de sobremesa. Também faz espumantes ótimos. Não lhe falta acidez e seus aromas costumam lembrar maçã, lima, mel, com notas minerais muito características. Um delicioso quê de petróleo ou querosene é uma de suas marcas registradas.
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terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Decantação - sólidos no fundo da garrafa


Com os vinhos armazenados a mais de três anos deve-se ter o cuidado de não agitar a garrafa, para não despertar os cristais sólidos no fundo da garrafa. Se estes cristais forem despertados, será necessário decantar o vinho. Este processo consiste em separar os resíduos do vinho, através de transferência do líquido para outro recipiente, assim deixando estes cristais no fundo da primeira garrafa.

“Decantar” significa passar ou transferir de um recipiente a outro, um liquido que contenha depósito sólido. Esta é a uma das principais razões que nos leva a decantar um vinho, mas há outras.

Os depósitos sólidos são originados através de reações químicas, onde os antocianos (responsáveis pela cor do vinho) reagem com os taninos (polifenóis) promovendo o fenômeno de polimerização, formando grandes moléculas que se precipitam. Esta polimerização continua após o engarrafamento e com o tempo há a formação dos depósitos no fundo da garrafa.

Devemos decantar vinhos tintos ricos em cor, encorpados e com aroma fechado.

Vinhos tintos com depósitos nos fundos das garrafas devem ser decantados, caso não sejam demasiadamente velhos (mas de 20 anos de idade), pois apesar dos depósitos existentes, a decantação pode eliminar os fracos aromas ainda nele existentes.

Alguns vinhos brancos encorpados, fermentados em barricas de carvalho podem se beneficiar de uma decantação imediatamente antes do seu serviço.

Os que não merecem ser decantados são os tintos com pouca cor, pouco corpo ou brancos pálidos, podem por princípio estarem mais sujeitos á oxidação com a conseqüente perda dos aromas frescos e frutados.


Fonte: http://bbel.uol.com.br/noticia_exibe.aspx?pk=260

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Vinícola Battistello


A família Battistello desde sua chegada ao Brasil cultiva videiras e elabora vinhos, antes para o consumo da família e dos amigos, agora para os apreciadores de excelentes vinhos. Elaborados com uvas produzidas nos parreirais da família, situados nas encostas altas do Vale dos Vinhedos, onde a produção viti-vinícola está pefeitamente integrada com a natureza, proporcionando o prazer de desfrutar vinhos com qualidade, aromas e sabores inesquecíveis.

É com orgulho que a família oferece a primeira safra em 2005 - considerada uma das melhores nos últimos 30 anos. Estes vinhos já estão prontos para serem consumidos após o envelhecimento nos tanques e garrafas. A vinícola oferece visitação com degustação e varejo.

Endereço:
Linha Baú, S/Nº – Vale dos Vinhedos
95720-000 – Garibaldi/RS

Ainda não conhece os vinhos desta Vinícola?
Aproveita a promoção destes vinhos no site da Via Del Vino! Clique aqui e confira.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Dica da Semana: Espumante Brut Champenoise da Valmarino


O espumante Valmarino Brut método Champenoise (tradicional) é elaborado a partir de Chardonnay (95%) e Pinot Noir (5%).

Tem um período mínimo entre a fermentação/autólise de leveduras até o seu degorgemant ou deguelo de 9 meses, o que possibilita a obtenção de um espumante com borbulhas finas e persistentes, complexo, com riqueza de aromas e paladar muito agradável.

Acompanha bem peixes, frutos do mar, aperitivo em comemorações.

Premiações

• Medalha de Ouro (IV Concurso Internacional “Panamá Vinhos 2003”) - Safra 2003
• Medalha de Prata (Concurso Internacional de Vinhos do Brasil 2004) - Safra 2004
• Medalha de Prata IV Concurso do Espumante Fino Brasileiro 2005 Garibaldi RS - Safra 2004


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quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Variedade de Uva Gewüztraminer


A uva Gewürztraminer no Brasil mostra uma boa adaptação, com boa tipicidade e dando origem a vinhos de menos corpo e menor teor alcoólico do que o habitual, o que acaba sendo uma vantagem, tornando-os mais apropriados ao nosso clima tropical.

A Gewürztraminer é uma variedade branca rosada, cujos frutos se caracterizam pela
pele grossa e cor rosada escura, que dão os vinhos de mais cor e corpo entre todos os brancos.
O perfume exuberante, que a caracteriza, é definido e confundido freqüentemente com o da uva Moscatel.Tem um marcante caráter aromático, notabilizado pelos aromas de frutas tropicais e flores com um perfume muito intenso. Assim, são perceptíveis as notas aromáticas de rosas, goiaba, violetas,lichias,gengibre e canela.

Destaca-se,também, por sua força alcoólica, que pode alcançar 14 graus e por sua débil acidez,o que dificulta a capacidade de obter vinhos que suportem envelhecimento. Os vinhos brancos, que deram e dão fama a esta variedade, são harmônicos, de uma textura quase untuosa, picantes, condimentados, ricos em especiarias, suculentos e persistentes na boca.

A Gewürztraminer não é uma uva de fácil cultivo. Necessita de um longo período de maturação e carece de tempo ensolarado e seco, porém o calor excessivo agudiza o problema da baixa acidez. Se não é uva de fácil cultivo, tampouco o é de manuseio.

Seus aromas (que são sua razão de ser) plenos em rosas, lichias, cremes de beleza, gengibre e canela, têm que ter algo de estrutura que os respalde. Sem estrutura, a Gewürztraminer, transformasse em vinho aromático, porém rude. Assim, o clima, o solo e o cultivo são fundamentais para a elaboração dos grandes vinhos de Gewürztraminer.



quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Vinícola Valmarino

Uma família de origem italiana e centenária, onde pela tradição e vocação Orval Salton e filhos criaram o Estabelecimento Vinícola Valmarino em 1997. O nome homenageia os antepassados oriundos de Cison de Valmarino, Treviso - Itália.

Por ser uma empresa familiar, com produções limitadas, tem como meta principal a elaboração, com qualidade, de vinhos e espumantes diferenciados, que possibilitam prazer e satisfação a seus apreciadores. Utilizam a tecnologia e os cuidados artesanais como ferramentas principais para revelar a qualidade das uvas e buscar o equilíbrio e a complexidade de seus produtos.

Cultivam atualmente 12 ha de vinhedos aos quais são aplicadas técnicas necessárias para a obtenção de uvas sãs e de plena maturação.
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terça-feira, 28 de outubro de 2008

Curiosidades Sobre Rolhas


História da Rolha

É no reinado de D. Dinis, início do século XIV, que já se registra a exportação de cortiça para o Reino Unido. Mais tarde também se conhece a exportação para a Flandres.

Por volta de 1450 é evidente o interesse na cortiça, para flutuadores de pesca. É nessa altura que o rei português D. Afonso V, entregou o monopólio da exportação da cortiça nacional a um mercador de Bruges, durante uma década, o que originou reclamações dos representantes do povo, devido a tal privilégio.

Em 1488, D. João II proíbe o abate dos sobreiros e, pouco tempo depois, edita carta sobre os direitos dos agricultores, para poderem comercializar a cortiça livremente.

Com a época dos Descobrimentos foi grande a utilização da madeira e cortiça dos sobreiros em todas as embarcações.

Em finais do século XIX assiste-se a uma expressiva exportação anual de cortiça (principalmente para o Reino Unido) de cerca de 30.000 toneladas que logo subiu para mais de 50% em menos de uma década.

É também por esta altura que notam mais as pragas a atacarem os sobreiros. Refere-se o ataque da cobrilha nos montados e as doenças que se prolongaram por mais de meio século.

As mortandades dos sobreiros coincidem muito com períodos de secas mais acentuadas. De realçar que por volta de 1950, num espaço de 7 anos foram abatidos mais de um milhão de sobreiros.

Entre o fim do século XVIII e o início do século XIX houve uma descida do interesse no setor, uma vez que o aproveitamento da cortiça se destinava quase exclusivamente para vedantes de vinho, o que significava o aproveitamento de cerca de um quarto, devido à exigência da qualidade para esse fim.

Com o aproveitamento dos resíduos da cortiça (até então sem valor) para a fabricação de aglomerados, no fim do século XIX, assistiu-se a uma nova expansão da cortiça.

Extração da Cortiça

A cortiça (casca do tronco do sobreiro) extrai-se pela primeira vez ao fim de cerca de 25 anos, pelo que é denominada de cortiça “virgem”. Numa segunda extração, em que a cortiça é conhecida por “secundeira”, terá de ser respeitado um intervalo mínimo de 9 anos, bem como nos descortiçamentos seguintes. Apenas nesta fase, a partir do terceiro descortiçamento, é que se aproveita a melhor cortiça, a chamada “amadia”, para o fabrico de rolhas.

A tradição da rolha de cortiça para garrafas de vinho começa a estremecer: tecnologias modernas poupam enormes prejuízos aos vinhateiros. Mas consumidores e 'gourmets' apegam-se à velha rolha.

Componentes da Rolha

Os principais constituintes químicos da cortiça são divididos da seguinte forma:

Suberina (45%) - principal componente das paredes das células, responsável pela elasticidade da Cortiça;
Lenhina (27%) - composto isolante;
Celulose e Polissacarídeos (12%) - componentes das paredes das células que ajudam a definir a textura da cortiça;
Taninos (6%) - compostos polifenólicos responsáveis pela cor;
Ceróides (5%) - compostos hidrofóbicos que asseguram a impermeabilidade da cortiça;
Cinza e outros produtos (5%).
As suas propriedades são inúmeras, destacando-se entre elas: leveza, elasticidade e isolamento.

Dimensões da rolha

As dimensões da rolha devem respeitar os seguintes aspectos:
O tipo de vinho – Para vinhos de estágio aconselham-se rolhas de 45 e/ou 49 mm de comprimento e 24 mm de diâmetro, enquanto que para vinhos de maior responsabilidade, especialmente gaseificados, aconselham-se rolhas de 25 ou 26 mm de diâmetro.
A dimensão do gargalo - A rolha deverá ser dimensionada segundo o perfil do gargalo, uma vez que o comprimento da mesma fica condicionado pela conicidade da garrafa. Relativamente ao diâmetro da rolha, este deverá ser cerca de 6 mm superior ao diâmetro médio do gargalo da garrafa.

Tipos de rolha

Rolhas Naturais- Rolhas que são extraídas diretamente da cortiça e que, desta forma, são 100% naturais.
Rolhas Colmatadas-São rolhas que têm os poros cobertos com produtos naturais e colas.
Rolhas Aglomeradas-Rolhas que são inteiramente feitas de granulados com cola e moldadas num corpo cilíndrico.
Rolhas Técnicas- As rolhas técnicas são constituídas por um corpo de aglomerados muito densos com discos de cortiça natural colados nos topos.
Rolhas com Cápsula-Em cada uma destas rolhas é colocada uma cápsula de madeira, PVC, vidro ou metal num dos topos, permitindo-lhe assim que seja usada várias vezes.

Hoje, um número crescente de vinhos de boa qualidade chega ao mercado com tampas de rosca, com as que são utilizadas há muito nas garrafas de água mineral ou de sucos. Outros optam pelas chapinhas, como as das cervejas e refrigerantes. Uma nova forma, ainda pouco usual pelo preço elevado, é a rolha de vidro. E existem as rolhas sintéticas que imitam as de cortiça natural.

Fonte:http://www.aesbuc.pt/twt/ETGI/MyFiles/MeusSites/Enologia/2007/historia/rolha.htm

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Vinícola Pizzato


A PIZZATO Vinhas & Vinhos (Vinícola Pizzato Ltda), localizada no Vales dos Vinhedos, Bento Gonçalves, é de propriedade da família do Sr. Plínio Pizzato, neto do imigrante italiano Antonio Pizzato, vindo da Itália, dos arredores da cidade de Vicenza, Vêneto, e estabelecido em Bento Gonçalves na década de 1880.

Desde a chegada da Itália, a família cultiva vinhas e elabora vinho em pequenas quantidades. Por certo período de tempo, produziu quantidades a maior e chegou a comercializá-lo para o hospital da cidade, indicado pelo médico Dr. Valter Galassi como auxiliar no tratamento da febre tifóide. Porém, a maior quantidade do produto era vendida para a Vinícola Brasileira, localizada onde se encontra atualmente a Vinícola Aurora. Os vinhos eram, à época, elaborados a partir da uva Bonarda (uma espécie de Barbera) trazida da Itália pelos imigrantes.

As atividades do imigrante Antonio foram continuadas por um de seus filhos, Giovanni, que, além da atividade principal relacionada aos vinhedos continuou produzindo vinho, mas apenas para consumo da família. A maior parte da produção de uvas passou a ser comercializada para vinícolas da região.

Seguindo o caminho do ‘Nono Giovanni’, Plínio Pizzato, o patriarca da família proprietária da Vinícola Pizzato, desde cedo um apaixonado pela vitivinicultura, vem produzindo uvas desde a adolescência. Inicialmente a produção se dava em conjunto com o pai, na propriedade localizada em Monte Belo do Sul e, desde o final da década de 1960, na atual propriedade localizada no Vale dos Vinhedos. Também manteve a tradição iniciada pelo Sr. Giovanni de produzir, com uma pequena parcela das uvas, vinhos para consumo próprio, vendendo a maior parte da produção de uvas para vinícolas da região.

Em 1998-1999, o antigo sonho do Sr. Plínio e família – o de produzir vinhos finos para a comercialização – torna-se realidade a partir de um projeto conjunto com os filhos Flavio, Flávia, Jane e Ivo (in memoriam). Naquele ano a Vinícola Pizzato é formada juridicamente e materialmente a partir de investimentos familiares.

Estabelecido o negócio e, a partir da produção de uvas de parreirais próprios, inicia-se a vinificação no ano de 1999 com a elaboração do Pizzato Merlot em quantidade final de 15.500 garrafas de 750 ml. Tal produto foi lançado no mercado em Setembro de 2000 com muito boa recepção por parte do mercado (naquele mesmo ano, em degustação para o primeiro guia de vinhos brasileiros, organizado pela Academia do Vinho de Belo Horizonte com a presença de jornalistas e experts enófilos de todo o Brasil, foi considerado o melhor vinho de tal painel).
A partir de então, os vinhos da Pizzato têm se mantido sempre entre os melhores do Brasil, independentemente da safra e do vinho.

Os responsáveis pela elaboração dos vinhos e pela coordenação viti-vinícola, Ivo Pizzato (in memoriam) e Flavio Pizzato, têm formação no Curso Superior de Tecnólogo em Viticultura e Enologia, da Escola Agrotécnica Federal Presidente Juscelino Kubitscheck (atualmente CEFET BG), além de estágios e aperfeiçoamento técnico em Bordeaux-França, Alentejo-Portugal e Mendoza-Argentina.


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sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Dica de Vinho: Granja União Cabernet Franc


Os vinhos Granja União foram os primeiros varietais produzidos no Brasil, lançados em 1931.

Este vinho possui coloração violácea não muito intensa, bastante límpido, revelando um ótimo aspecto.

Aroma levemente frutado remetendo a frutas vermelhas, amora, além de um toque de especiarias.

Vinho equilibrado e de boa preasença. Aromaticidade intensa. Leve característico da variedade.

Um vinho de ótima relação custo beneficio.

Servir entre 14 e 18 graus.
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quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Vinícola Cordelier


A Vinícola Cordelier é uma empresa familiar fundada em 1987 por Lidio Ziero, que compartilha da paixão pela elaboração do vinho e respeito com a natureza.
Localizado no Vale dos Vinhedos, o primeiro e único local geográfico reconhecido pela Associação Mundial do Vinho, a sede, em estilo Tuscan da é cercada por vinhedos e vegetação nativa cuidadosamente mantida para garantir o ambiente perfeito para o crescimento de vinhas saudáveis.
A tradição, o respeito por onde as uvas são cultivadas, as modernas técnicas de produção do vinho e um trabalho apaixonado, unidos, contribuem para um cuidado especial no cultivo dos vinhedos resultando em vinhos de excelente qualidade.

Premiações- 2008

Cordelier Champenoise Brut Espumante - Medalha de Bronze - Conc. Int. Vinhos do Brasil San Francisco Inter. Wine Comp - USA

Vin de Liqueur Cordelier - Medalha de Ouro - 5º Concurso Internacional de Vinhos e Licores “VINUS 2008” - San Rafael - Argentina

Cordelier Reserva Cabernet Sauvignon - Medalha de Ouro - 5º Concurso Internacional de Vinhos e Licores “VINUS 2008” - San Rafael - Argentina

Espumante Brut Granja União - Medalha de Ouro - 5º Concurso Internacional de Vinhos e Licores “VINUS 2008” - San Rafael - Argentina

Espumante Brut Cordelier - Medalha de Prata - 5º Concurso Internacional de Vinhos e Licores “VINUS 2008” - San Rafael - Argentina

Cordelier Reserva Merlot 2005 - Medalha de Prata - 5º Concurso Internacional de Vinhos e Licores “VINUS 2008” - San Rafael - Argentina

Don Ziero Vintage Clássico 2002 - Medalha de Prata - 5º Concurso Internacional de Vinhos e Licores “VINUS 2008” - San Rafael - Argentina

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Variedade de uva Moscato


Muscat

Uma cultivar originária provavelmente da Grécia e cultivada há muito tempo na Itália. Antigamente era conhecida por "Apianae", que significa a que as abelhas têm predileção devido ao alto teor de açúcar da uva.
Ainda por volta de 1360 já era conhecida a prática de adicionar, durante a fermentação alcoólica, uma quantidade de flores de sabugueiro secas à sombra para aumentar o aroma de Moscato do vinho.

A cultivar apresenta folha de tamanho médio, trilobada ou quinquilobada com seio peciolar em lira. A coloração outonal das folhas é amarelo com aspecto dourado.

Na Itália, a cultivar Moscato Branco é plantada na região de Asti, Alexandria e Cuneo cujo centro é Canelli com altitude que varia de 100 m a 400 m, sendo que a maior área se encontra numa altitude média de 200 m. Ela é denominada segundo a região produtora: Moscato d'Asti, Moscato di Trami, Moscato di Saracusa, Moscato di Tempio.

Segundo o cadastro vitícola de 2000, foram encontrados na região vitícola da Serra Gaúcha 718,7 ha de Moscato Branco e uma produção de 17,4 milhões de quilos de uva. Conforme dados da Divisão de Enologia da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Estado do Rio Grande do Sul, na safra de 2001, foram processados 12,0 milhões de quilos de uva da cultivar Moscato Branco, com grau médio de 11,35 °Babo.

Esta variedade é plantada em todo o mundo, sendo a única uva vinífera que tem a capacidade de preservar os aromas de uva no vinho.

Harmonização: bolos e doces.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Vinícola Cantina Salvati e Sirena


Sempre foi um sonho do enólogo Silvério Salvati construir uma pequena vinícola familiar para elaborar vinhos diferenciados que não se consegue em grandes vinícolas e a nível industrial.

Esta idéia soou bem também aos ouvidos da família Sirena, que acreditou na idéia e apostou junto como sócia do empreendimento.

Com a idéia formada, a cantina aderiu ao projeto cultural Caminhos de Pedra.
O projeto cultural Caminhos de Pedra tem sido responsável pelo resgate e preservação da cultura da colonização italiana, da arquitetura, do dialeto vêneto, da gastronomia, dos costumes sócio-culturais e religiosos.

A Cantina Salvati & Sirena está inserida neste contexto cultural, resgatando variedades de uvas quase não mais cultivadas, elaborando vinhos de extrema qualidade.

Arquitetura

Durante 9 anos foram quebrando pedras basálticas extraídas do próprio local e delas transformando a construção. O trabalho foi árduo e demorado, porque as pedras quebravam de forma irregular. Mesmo assim, elas foram utilizadas, formando uma característica peculiar que na arquitetura e engenharia é chamada de cantaria.

Cuidadosamente estudada, a forma da Cantina Salvati é Octagonal para melhor aproveitamento dos espaços físicos, uma vez que o octágono é um figura centralizadora e o canto é aberto em 135º.

Dentro da cantina preservaram pipas de madeira de diversos tipos e formas, permitindo assim que o vinho através dos poros de madeira façam uma troca com o meio ambiente, permitindo adquirir uma característica de envelhecimento especial.

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quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Uva Barbera


A variedade Barbera é considerada como a mais popular das uvas do Piemonte, situado ao norte da Itália e sendo, ao lado da sangiovese, a variedade mais cultivada do país.

Seus vinhos são marcados pela leveza, cor escura, alta acidez, alta concentração e boa capacidade de envelhecimento, além do sabor frutado.

Os países que mais produzem são, além da Itália, os Estados Unidos e a Argentina. No Brasil, foi uma das pioneiras entre as viníferas, mas dificilmente aparece nos rótulos. É mais usada para cortes.


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quarta-feira, 24 de setembro de 2008



Chandon, a grife de referência dos espumantes naturais, pertence ao grupo de luxo francês LVMH (Louis Vuitton-Moët Hennessy).

Foi introduzida no Brasil em 1973 quando a Maison Moët & Chandon, de Epernay, procurando os melhores "terroirs" para implementar seus vinhedos e adega, escolheu Garibaldi, na Serra Gaúcha, para hospedar uma das quatro unidades no mundo onde é elaborado o requintado produto.

As outras unidades se encontram em Mendoza, na Argentina, em Napa Valley, na Califórnia (EUA), e em Melbourne, na Austrália.

Graças a sua filosofia de elaboração, baseada, há mais de 260 anos, em aprimorar a produção de uvas e estimular a dedicação, paixão e criatividade de seus enólogos, a Maison Moët & Chandon, com a Chandon de Garibaldi, colocou a Serra Gaúcha e o Brasil em destaque no cenário mundial de espumantes de qualidade superior.

O grupo LVMH - Moët Hennessy Louis Vuitton, o maior conglomerado de produtos de luxo do mundo, do qual a Chandon faz parte, nasceu em 1987, resultado da união dos grupos franceses Louis Vuitton (fundado em 1854) e Moët Hennessy (procedente do champagne Moët & Chandon, fundado em 1743, e do cognac Hennessy, de 1765).

Com a união, passaram a pertencer a um só grupo os champagnes Dom Pérignon, Krug, Moët & Chandon, Veuve Clicquot, dentre outros nomes fortes do segmento de bebidas de luxo. O grupo francês também atua nas áreas de moda, perfumes e cosméticos, relógios e distribuição seletiva. Entre as suas principais marcas estão Louis Vuitton, Christian Dior, Givenchy, DKNY, Fendi, Kenzo, TAG Heuer, e a Chandon.


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segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Bolo de Canela Harmonizado


Esta é uma receita simples, prática, deliciosa e que perfuma a casa.
Pode-se servir o simpático e aromático bolo acompanhado de um delicoso espumante Moscatel.

Bolo de Canela

Ingredientes
1 xícara (chá) de margarina
1 xícara (chá) de açúcar
3 ovos
1 xícara (chá) de maisena
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó
1 xícara (chá) de leite
1 pitada de sal
2 colheres (chá) de canelas em pó

Preparo
Bata a margarina com o açúcar, até obter um creme.
Junte os ovos e misture bem.
Acrescente a maisena, a farinha, o fermento e o sal, alternando com o leite.
Leve ao forno médio em fôrma de bolo, untada e enfarinhada por cerca de 45 minutos.
Depois de assado, polvilhe açúcar e canela misturados.
Para mais informações e compra de um espumante Moscatel é só clicar aqui.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

"Wine Brasil Awards 2008" elegeu os melhores vinhos do país

Um júri formado por 15 especialistas de diferentes países degustou centenas de rótulos nacionais, na última semana, durante o “Wine Brasil Awards 2008”. O concurso, que premiou 44 vinhos, aconteceu em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, organizado pela revista Vinho Magazine e pela Vinopres, responsável pelo “Concours Mondial de Bruxelles” - a maior competição de vinhos do mundo.

De acordo com Eduardo Viotti, um dos responsáveis pelo evento, o concurso dá ao consumidor o aval de um júri altamente especializado, ajudando na hora da compra. “Vinícolas participantes têm excelente oportunidade de ganhar espaço no mercado internacional e se diferenciar no nacional”, destaca.

Engraçado que na lista não apareceram o Rio Sol e o Marson Gran Reserva, premiados na última Expovinis como os melhores do Brasil.

Conheça os vencedores:

Grande Grande Medalha de Ouro
Fortaleza do Seival Tempranillo 2006 - Miolo
Panizzon Maximus 2006 - Panizzon
Pizzato Reserva Cabernet Sauvignon 2004 – Pizzato
Talento 2004 - Salton

Medalha de Ouro
Reserva Boscato Cabernet Sauvignon 2004 - Boscato
Espumante 130 Casa Valduga - Casa Valduga
Reserva Cordelier Cabernet Sauvignon 2005 - Cordelier
Dezem Cabernet Sauvignon 2005 - Dezem
Don Abel Cabernet Sauvignon Premium 2005 - Don Abel
Casa Venturini Chardonnay Reserva 2007 - Goes & Venturini
Merlot Gran Reserva 2005 - Luiz Argenta
Quinta do Seival Castas Portuguesas 2005 - Miolo
Miolo Cuvee Giuseppe 2004 - Miolo
Prosecco Peterlongo 2008 - Peterlongo
Volpi Pinot Noir 2007 - Salton
Desejo Merlot 2005 - Salton
Salton Series Cabernet Franc 2007 – Salton

Medalha de Prata
Boscato Gran Reserva Merlot 2005 - Boscato
Casa Valduga Premium Cabernet Franc 2005 - Casa Valduga
Espumante Gran Reserva Extra Brut Casa Valduga 2002 - Casa Valduga
Aurora Millesime 2004 - Cooperativa Vinicola Aurora
Aurora Reserva Chardonnay 2007 - Cooperativa Vinicola Aurora
Moscatel Espumante Garibaldi 2008 - Cooperativa Vinicola
Garibaldi spumante Brut Garibaldi 2007 - Cooperativa Vinicola Garibaldi
Chardonnay Reserva Santa Colina 2007 - Cooperativa Vitivinicola Aliança
Dezem Merlot 2005 - Dezem
Dezem Cabernet Franc 2005 - Dezem
Quinta Jubair Vinho Fino Seco Tannat 2008 - Goes & Venturini
Casa Venturini Tannat 2008 - Goes & Venturini
Quinta Do Jubair Vinho Cabernet Sauvignon 2005 - Goes & Venturini
Casa Venturini Cabernet Sauvignon 2005 - Goes & Venturini
Miolo Reserva Cabernet Sauvignon 2006 - Miolo
Gran Lovara 2006 - Miolo
Rar 2005 - Miolo
Fino Champagne Peterlongo Brut 2007 - Peterlongo
Dom Robertto Tinto Seco Fino Cabernet Sauvignon 2005 - R.A Beltrani
Salton Espumante Demi Sec - Salton
Salton Espumante Poetica - Salton
Salton Espumante Reserva Ouro - Salton
Salton Volpi Chardonnay 2007 - Salton
Salton Espumante Brut - Salton
Maestrale Cabernet Sauvignon 2005 - Sanjo Cooperativa Agrícola De São JoaquimSuzin Cabernet Sauvignon 2006 - Suzin
Valmarino Cabernet Franc Edição 10 Anos 2005 - Valmarino


Fonte: http://www.escrivinhos.com/2008/08/wine-brasil-awards-2008-elegeu-os.html

Tempranillo – A Principal Uva da Espanha



A Tempranillo é a mais importante uva espanhola. Tem nomes diferentes em cada região onde é cultivada: na região de Rioja é conhecida como Tempranillo, em Ribera del Duero é chamada de Tinto Fino, no Penedés, região próxima a Barcelona, recebe o nome de Ull de Llebre; em Portugal, no Alentejo chama-se Aragonês, na região do Douro e no Dão, Tinta Roriz. É uma tradição do mundo do vinho, a mesma uva receber nomes diferentes conforme a região onde é plantada.

Considerada uma variedade vinífera das mais nobres, a Tempranillo é uma uva de tamanho médio, casca espessa e muito escura. Produz vinhos com teor alcóolico entre 10,5 e 13%, acidez equilibrada e bastante propícia para o envelhecimento em carvalho.

Ela tem um baixo conteúdo natural de enzimas oxidantes, o que garante aos vinhos dessa uva, cortados ou puros, uma excepcional longevidade. Produz vinhos de cor profunda, estruturados, elegantes e complexos. São extraordinariamente finos e muitos de excepcional qualidade, comparáveis aos melhores do mundo.

O nome Tempranillo vem de “temprano”, em espanhol quer dizer cedo, é uma espécie que é colhida mais cedo, precocemente.

Seu estilo fica entre os Bordeaux e Borgonhas tintos, mas sem o tom de groselha do primeiro e sem os aromas de caça do segundo. A Tempranillo apresenta toques de morango, caramelo e especiarias.

A vantagem da Tempranillo, com ou sem madeira, consiste em se casar bem com grande variedade de comidas com pouco ou grande consistência de sabor.


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