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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Vinícola Cave de Pedra


A Vinícola Cave de Pedra está localizada no Vale dos Vinhedos em Bento Gonçalves. É uma unidade especializada em Vinhos e Espumantes.

As pessoas que trabalham nesta vinícola estão no ramo a mais de 25 anos, todos frutos de italianos nascido na região, onde seu antepassado oriundo do norte da Itália, com grande experiência no cultivo das videiras e elaboração de vinhos.

Os espumantes são elaborados pelo processo Champenoise (fermentação na garrafa), que é muito utilizado na França, por ser um método resultante de um produto de ótima qualidade. Para poder utilizar este método é necessário se ter um ambiente com temperatura baixa e constante, durante o ano todo. Para se conseguir esta temperatura natural, foram construídas caves totalmente de pedra, numa profundidade de 20 metros, escavados na rocha, e conseqüentemente a arquitetura por ser de pedra logo se pensou em forma de castelo medieval, conseguindo assim a elaboração de excelente espumante.

A vinícola recebe também pessoas para visitação, degustação, varejo e eventos. Para os amantes do vinho, dá cursos de elaboração de vinhos, degustação, osteria e marketing. Mesmo sendo uma vinícola com pouco tempo no mercado, vem mostrando cada vez mais o reconhecimento e premiação, no mercado Nacional e Internacional, pela qualidade de seus varietais, acreditando muito na Ciência e Tecnologia aplicada na elaboração de seus produtos.


Espumante Brut Cave de Pedra

Espumante Brut elaborado pelo processo Champenoise, 80% Chardonnay e 20% Pinot Noir. Método Tradicional de elaboração não passando de 4.000 garrafas ano, de tonalidade e intensidade boa, de coloração dourada levemente esverdeada, de bom aspecto visual, límpido e cristalino com espuma fina e persistente pérlage, bastante ativo com numerosas borbulhas. Na boca aroma floral, frutado de grande intensidade, lembrando flores do campo e mel. Na boca, franco, delicado, redondo e de bom equilíbrio.

Premiações

• Medalha de Ouro no II Concurso Internacional de Vinhos "La Mujer Elije" - Mendoza, Argentina.

• Medalha de Prata no XII Concurso Internacional de Vinhos Urgup - Turquia.

• Medalha de Prata no II Concurso Internacional de Vinhos Thessaloniki - Grécia.

• Medalha de Prata - ABS - SP/ GULA.

• Medalha Dupla de Ouro no II Concurso Internacional de Vinhos do Brasil (Espumante Brut 2002).

• Medalha de Ouro no II Concurso de Espumante Fino Brasileiro (Espumante Brut 2003).

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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Vinícola Casa Perini


Em 1876, os imigrantes Antonio e Giuseppe Perini chegavam ao Brasil trazendo da Itália a arte de transformar uva em vinho e a imagem do Santo Anjo da Guarda para abençoar o Vale onde a Família Perini iria viver. Acreditavam que o seu amor pela terra, unido à benção do Santo, daria um sabor especial às uvas que cultivavam. Lenda ou não, há quatro gerações os Perini seguem produzindo vinhos de excelente qualidade.

No entanto, a produção vinícola teve seu início mais tarde, com João Perini, em 1928. A partir daí, começa a expansão e, gradativamente, o processo de produção vai sendo aprimorado em todos os aspectos, desde o cultivo de novas variedades viníferas até o produto final.

Já em 1970, Benildo Perini, neto de Giuseppe e atual diretor, inicia a transformação do pequeno empreendimento familiar em empresa, engarrafando seu vinho com a marca Jota Pe. O empreendimento familiar ganha uma nova estrutura, em moldes empresariais, para atender diversos segmentos do mercado em vários estados do Brasil.

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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Vinícola Dal Pizzol


A Dal Pizzol traz consigo uma tradição na vitivinicultura que remonta o Século XIX (1878), quando os primeiros imigrantes da família chegaram ao Brasil.

Criada em 1974, a Vinícola Monte Lemos, mais conhecida por Dal Pizzol, conta hoje com um quadro de 15 colaboradores liderados pelos irmãos Antônio e Rinaldo Dal Pizzol. O enólogo responsável pela vinícola é Dirceu Scottá.

Com uma produção anual de 250 mil garrafas (200 mil litros), a Dal Pizzol, está instalada em Faria Lemos, distrito de Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha. Deste total, 51% são vinhos tintos, 12% vinhos brancos, 32% espumantes e 5% suco de uva. A vinícola possui uma ampla variedade de produtos nas marcas Dal Pizzol (58% da produção) e Do Lugar (42%).

O controle de qualidade inicia ainda no cultivo da videira. Para garantir uma produção de qualidade a Dal Pizzol mantém parceria com produtores através de acompanhamento técnico feito por dois enólogos e um engenheiro agrônomo da vinícola. A assessoria se dá em todo o processo, desde a variedade de uva a ser implantada até a colheita. Cada produtor recebe uma cartilha de procedimentos e práticas para o cultivo da videira. O material dá instruções, inclusive, sobre o limite de produção por área, variedade e sistema de condução da parreira. Esta parceria também contempla uma tabela de benefícios conforme a qualidade e tratos culturais implementados no vinhedo para cada safra.

Com uma proposta diferenciada que privilegia uma produção controlada, os vinhos da Dal Pizzol podem ser encontrados no mercado nacional em lojas, delicatessem, hotéis, bares, restaurantes, no próprio varejo da cantina e através de um moderno serviço de telemarketing feito diretamente ao consumidor.

Histórico

Fazendo parte do contingente de imigrantes que chegaram ao Rio Grande do Sul por volta de 1878, os irmãos Martino e Bartolo Dal Pizzol, ainda jovens, juntamente com os pais, tios e avós, formando uma grande família, escolheram a região da Serra Gaúcha, mais precisamente em Bento Gonçalves, para se estabelecer. Vieram de San Pietro di Feletto e Conegliano, na província de Treviso, Região do Veneto. Dedicaram-se, inicialmente, como todos os imigrantes, à agricultura rudimentar da época e, simultaneamente, iniciaram o plantio de videiras, cujo vinho se destinava ao próprio consumo.

João Baptista, filho mais velho de Martino e Catharina Titton, ao constituir família na Linha Paulina, em Bento Gonçalves, consolidou-se como produtor de uvas viníferas. O vinho que João Baptista produzia era, já na época, muito apreciado e famoso. A arte foi passando de pai para filho e Atílio, o primogênito, em sua mocidade aprimorou seus conhecimentos com vinhateiros e portugueses que chegaram à região.

Em 1940, Atílio e sua jovem família estabeleceu-se nas terras recém adquiridas em Faria Lemos – Bento Gonçalves, cujos vales e encostas eram promissores para o cultivo da videira. Plantaram famosas castas européias e passaram a produzir o melhor vinho.

Até hoje a filosofia da família, trazida da Itália por Martino e seguida por Atílio e seus filhos, é de manter uma produção limitada de vinhos elaborados com uvas finas. Em 1974, Atílio reuniu os filhos e institucionalizou a venda de seus produtos, criando a Vinícola Monte Lemos Ltda., empresa constituída unicamente pelos membros da família Dal Pizzol. Foi escolhido o nome Monte Lemos (Faria Lemos), em cujas encostas estão plantados os vinhedos da família que dão origem aos vinhos de sua adega.

Os cuidados deste artesanato praticado pela tradicional família de vinhateiros iniciam no trato da videira, desde a poda no inverno, até a meticulosa seleção das uvas maduras na colheita. Em 1978, ano do centenário da chegada do avô Martino no Brasil (1878-1978), Atílio, com muito orgulho e prestando uma homenagem ao imigrante, ofereceu o Cabernet "Do Lugar", reserva da família, para alguns privilegiados amigos e apreciadores. Dentro da mesma filosofia surgiu o vinho branco Trebiano "Do Lugar" e o vinho tinto Merlot "Dal Pizzol" – Safra 1981. Outros vieram para compor essa grande família de vinhos.

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quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Vinícola Marco Luigi


A história da vinícola começa em 1875 com a chegada ao Brasil, vindo de Terragnolo, província de Trento, norte da Itália, do patriarca Marco e seu filho Luigi, que se instalaram na região de Bento Gonçalves.

Dedicaram-se primeiramente ao cultivo de milho e trigo, mas sem deixar de lado o sonho de cultivar videiras para produzir vinhos.As primeiras parreiras foram plantadas no meio da mata, a partir de uvas trazidas no navio. Os vinhos artesanais produzidos então eram somente para consumo próprio.

O sonho de produzir vinhos foi passado de geração em geração. Em 1901 nasceu Marco Luigi, filho de Luigi e que impulsionou a realização do sonho.Com o aumento da produção de uvas, os vinhos passaram a ser comercializados na região. Em 1946 Marco Luigi registrou sua vinícola. A paixão pelos vinhos passou de pai para os filhos ao longo das gerações e hoje o filho e o neto de Marco são os responsáveis pela vinícola.
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quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Vinícola Battistello


A família Battistello desde sua chegada ao Brasil cultiva videiras e elabora vinhos, antes para o consumo da família e dos amigos, agora para os apreciadores de excelentes vinhos. Elaborados com uvas produzidas nos parreirais da família, situados nas encostas altas do Vale dos Vinhedos, onde a produção viti-vinícola está pefeitamente integrada com a natureza, proporcionando o prazer de desfrutar vinhos com qualidade, aromas e sabores inesquecíveis.

É com orgulho que a família oferece a primeira safra em 2005 - considerada uma das melhores nos últimos 30 anos. Estes vinhos já estão prontos para serem consumidos após o envelhecimento nos tanques e garrafas. A vinícola oferece visitação com degustação e varejo.

Endereço:
Linha Baú, S/Nº – Vale dos Vinhedos
95720-000 – Garibaldi/RS

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quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Vinícola Valmarino

Uma família de origem italiana e centenária, onde pela tradição e vocação Orval Salton e filhos criaram o Estabelecimento Vinícola Valmarino em 1997. O nome homenageia os antepassados oriundos de Cison de Valmarino, Treviso - Itália.

Por ser uma empresa familiar, com produções limitadas, tem como meta principal a elaboração, com qualidade, de vinhos e espumantes diferenciados, que possibilitam prazer e satisfação a seus apreciadores. Utilizam a tecnologia e os cuidados artesanais como ferramentas principais para revelar a qualidade das uvas e buscar o equilíbrio e a complexidade de seus produtos.

Cultivam atualmente 12 ha de vinhedos aos quais são aplicadas técnicas necessárias para a obtenção de uvas sãs e de plena maturação.
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quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Vinícola Pizzato


A PIZZATO Vinhas & Vinhos (Vinícola Pizzato Ltda), localizada no Vales dos Vinhedos, Bento Gonçalves, é de propriedade da família do Sr. Plínio Pizzato, neto do imigrante italiano Antonio Pizzato, vindo da Itália, dos arredores da cidade de Vicenza, Vêneto, e estabelecido em Bento Gonçalves na década de 1880.

Desde a chegada da Itália, a família cultiva vinhas e elabora vinho em pequenas quantidades. Por certo período de tempo, produziu quantidades a maior e chegou a comercializá-lo para o hospital da cidade, indicado pelo médico Dr. Valter Galassi como auxiliar no tratamento da febre tifóide. Porém, a maior quantidade do produto era vendida para a Vinícola Brasileira, localizada onde se encontra atualmente a Vinícola Aurora. Os vinhos eram, à época, elaborados a partir da uva Bonarda (uma espécie de Barbera) trazida da Itália pelos imigrantes.

As atividades do imigrante Antonio foram continuadas por um de seus filhos, Giovanni, que, além da atividade principal relacionada aos vinhedos continuou produzindo vinho, mas apenas para consumo da família. A maior parte da produção de uvas passou a ser comercializada para vinícolas da região.

Seguindo o caminho do ‘Nono Giovanni’, Plínio Pizzato, o patriarca da família proprietária da Vinícola Pizzato, desde cedo um apaixonado pela vitivinicultura, vem produzindo uvas desde a adolescência. Inicialmente a produção se dava em conjunto com o pai, na propriedade localizada em Monte Belo do Sul e, desde o final da década de 1960, na atual propriedade localizada no Vale dos Vinhedos. Também manteve a tradição iniciada pelo Sr. Giovanni de produzir, com uma pequena parcela das uvas, vinhos para consumo próprio, vendendo a maior parte da produção de uvas para vinícolas da região.

Em 1998-1999, o antigo sonho do Sr. Plínio e família – o de produzir vinhos finos para a comercialização – torna-se realidade a partir de um projeto conjunto com os filhos Flavio, Flávia, Jane e Ivo (in memoriam). Naquele ano a Vinícola Pizzato é formada juridicamente e materialmente a partir de investimentos familiares.

Estabelecido o negócio e, a partir da produção de uvas de parreirais próprios, inicia-se a vinificação no ano de 1999 com a elaboração do Pizzato Merlot em quantidade final de 15.500 garrafas de 750 ml. Tal produto foi lançado no mercado em Setembro de 2000 com muito boa recepção por parte do mercado (naquele mesmo ano, em degustação para o primeiro guia de vinhos brasileiros, organizado pela Academia do Vinho de Belo Horizonte com a presença de jornalistas e experts enófilos de todo o Brasil, foi considerado o melhor vinho de tal painel).
A partir de então, os vinhos da Pizzato têm se mantido sempre entre os melhores do Brasil, independentemente da safra e do vinho.

Os responsáveis pela elaboração dos vinhos e pela coordenação viti-vinícola, Ivo Pizzato (in memoriam) e Flavio Pizzato, têm formação no Curso Superior de Tecnólogo em Viticultura e Enologia, da Escola Agrotécnica Federal Presidente Juscelino Kubitscheck (atualmente CEFET BG), além de estágios e aperfeiçoamento técnico em Bordeaux-França, Alentejo-Portugal e Mendoza-Argentina.


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quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Vinícola Cordelier


A Vinícola Cordelier é uma empresa familiar fundada em 1987 por Lidio Ziero, que compartilha da paixão pela elaboração do vinho e respeito com a natureza.
Localizado no Vale dos Vinhedos, o primeiro e único local geográfico reconhecido pela Associação Mundial do Vinho, a sede, em estilo Tuscan da é cercada por vinhedos e vegetação nativa cuidadosamente mantida para garantir o ambiente perfeito para o crescimento de vinhas saudáveis.
A tradição, o respeito por onde as uvas são cultivadas, as modernas técnicas de produção do vinho e um trabalho apaixonado, unidos, contribuem para um cuidado especial no cultivo dos vinhedos resultando em vinhos de excelente qualidade.

Premiações- 2008

Cordelier Champenoise Brut Espumante - Medalha de Bronze - Conc. Int. Vinhos do Brasil San Francisco Inter. Wine Comp - USA

Vin de Liqueur Cordelier - Medalha de Ouro - 5º Concurso Internacional de Vinhos e Licores “VINUS 2008” - San Rafael - Argentina

Cordelier Reserva Cabernet Sauvignon - Medalha de Ouro - 5º Concurso Internacional de Vinhos e Licores “VINUS 2008” - San Rafael - Argentina

Espumante Brut Granja União - Medalha de Ouro - 5º Concurso Internacional de Vinhos e Licores “VINUS 2008” - San Rafael - Argentina

Espumante Brut Cordelier - Medalha de Prata - 5º Concurso Internacional de Vinhos e Licores “VINUS 2008” - San Rafael - Argentina

Cordelier Reserva Merlot 2005 - Medalha de Prata - 5º Concurso Internacional de Vinhos e Licores “VINUS 2008” - San Rafael - Argentina

Don Ziero Vintage Clássico 2002 - Medalha de Prata - 5º Concurso Internacional de Vinhos e Licores “VINUS 2008” - San Rafael - Argentina

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Vinícola Cantina Salvati e Sirena


Sempre foi um sonho do enólogo Silvério Salvati construir uma pequena vinícola familiar para elaborar vinhos diferenciados que não se consegue em grandes vinícolas e a nível industrial.

Esta idéia soou bem também aos ouvidos da família Sirena, que acreditou na idéia e apostou junto como sócia do empreendimento.

Com a idéia formada, a cantina aderiu ao projeto cultural Caminhos de Pedra.
O projeto cultural Caminhos de Pedra tem sido responsável pelo resgate e preservação da cultura da colonização italiana, da arquitetura, do dialeto vêneto, da gastronomia, dos costumes sócio-culturais e religiosos.

A Cantina Salvati & Sirena está inserida neste contexto cultural, resgatando variedades de uvas quase não mais cultivadas, elaborando vinhos de extrema qualidade.

Arquitetura

Durante 9 anos foram quebrando pedras basálticas extraídas do próprio local e delas transformando a construção. O trabalho foi árduo e demorado, porque as pedras quebravam de forma irregular. Mesmo assim, elas foram utilizadas, formando uma característica peculiar que na arquitetura e engenharia é chamada de cantaria.

Cuidadosamente estudada, a forma da Cantina Salvati é Octagonal para melhor aproveitamento dos espaços físicos, uma vez que o octágono é um figura centralizadora e o canto é aberto em 135º.

Dentro da cantina preservaram pipas de madeira de diversos tipos e formas, permitindo assim que o vinho através dos poros de madeira façam uma troca com o meio ambiente, permitindo adquirir uma característica de envelhecimento especial.

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quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Vinícola Cave Antiga


A Vinícola Cave Antiga nasceu de um sonho dos mais destacados enólogos da serragaúcha e tem orgulho de estar entre as vinícolas que revolucionaram a vitivinicultura brasileira.

Fundada em 1998, a Cave Antiga está situada no 3º Distrito de Farroupilha, ocupando umconjunto predial que foi concluído em 1948, localizado numa região belíssima, que tudo fazlembrar a história dos imigrantes italianos. Em curto espaço de tempo, a Cave Antiga tem os seus produtos reconhecidos pela excelência de qualidade nos mais importantes concursos de vinhos e espumantes, no âmbito nacional e internacional.

A Cave Antiga tem focado o desenvolvimento de novos varietais, zelando por todo o processo produtivo, do plantio das uvas até a elaboração dos vinhos. Agregado ao pioneirismo produtivo, a Cave Antiga preocupa-se com a busca de formas que possibilitem a acessibilidade aos vinhos de qualidade, tendo sido pioneira na nova apresentação das embalagens bag-in-box, com varietais nobres.

Preservar a história viva que é o seu conjunto predial, interagir social e culturalmente, sempre com o zelo de preservação ecológica, levam a Cave Antiga à inserção na modernidade produtiva, resguardando a excelência da qualidade do que a natureza nos oferece. Estes são os princípios seguidos pela Cave Antiga e transferidos para os seus consumidores, com a mais absoluta qualidade, resumida no slogan: "Cave Antiga, Natureza Transformada em Vinhos".

Cave Antiga Cabernet Sauvignon Reserva - Vinho nobre, de coloração intensa, aroma típico de frutas maduras vermelhas, pimenta, especiarias, com toques de tostado pela passagem por carvalho francês. De excelente estrutura e taninos doces devido a excelente maturação da fruta na safra 2005. Ideal com massas de molhos condimentados, carnes vermelhas e exóticas como javali, queijos fortes como Roquefort, Grana Padano, Parmesão e Gorgonzola.Temperatura de Serviço: 18º.

Cave Antiga Moscatel Espumante - Apresenta boa presença de perlage, com bolhas pequenas, abundantes e persistentes e boa persistência da coroa na taça.Coloração amarelo palha de intensidade fraca a média.Elaborado com uvas moscatéis com aroma que lembra amoras brancas silvestres e toques nítidos de florais. Na boca possui um ataque de agulha, acidez e açúcar equilibrados e um excelente equilíbrio geral.Espumante ideal para ser consumido em festas, coquetéis, entradas, sobremesas e aniversários. É o acompanhamento ideal para sobremesas e doces em geral.Temperatura de Serviço: 6 a 8º.

Cave Antiga Espumante Brut Rosé - Apresenta bom perlage, com bolhas pequenas, abundantes e persistentes. Coloração salmão de intensidade média apresenta aroma frutado e leve toque de especiarias. Em boca, o seu leve corpo permite atribuir bom volume, sobressaindo gostos de framboesa e morango, com agradável frescor, devido a sua acidez equilibrada.Acompanha entradas variadas, coquetéis e pratos leves.Temperatura de Serviço: 8 a 10º.


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quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Vinícola Don Bonifácio


A exclusividade dos vinhos da Don Bonifácio é o reflexo da dedicação e da tecnologia aplicados nos vinhedos. Os quais estão localizados entre os melhores terroirs do Brasil.

Na Serra Gaúcha, a 800 metros de altitude, onde a geografia aproxima os municípios de Canela, Gramado, Nova Petrópolis e Caxias do Sul, nasceu a Vinícola Quinta Don Bonifácio. Em suas raízes encontra-se a descendência italiana das famílias Vergani e Sirtori, as quais carregam com orgulho o amor pela terra, pelas videiras e pelo vinho.

Antônio Vergani, descendente italiano da região da Lombardia, recebeu um lote de terras na 4° légua, interior de Caxias do Sul, sempre cultivou videiras, sua produção era destinada a elaboração dos vinhos da Cooperativa Vinícola Caxiense.

Bonifácio Luiz Sirtori, na década de 40 e 50 transportava e armazenava vinhos em seu armazém de secos e molhados também na 4° légua. A dedicação e persistência presentes ao longo de sua vida foram a base sólida que deu origem ao nome desta vinícola.

Filhos e netos desses bravos homens resolveram unir a tradição com a tecnologia e construíram no ano de 2000, 40 hectares de modernos vinhedos, sendo 15 hectares no sistema de condução e 25 hectares no sistema espaldeira. Todos os vinhos são elaborados através das uvas destes vinhedos próprios, que foram certificadas e importadas diretamente da Europa, a produção dos cachos é controlada para que os grãos tenham qualidade absoluta.

Os vinhos da Quinta Don Bonifácio traduzem toda a particularidade e prazer que os vinhos nobres podem proporcionar aos melhores paladares. A vinificação ocorre através de equipamentos de última geração. Os vinhos Reserva passam por período de amadurecimento em barricas de carvalho francês. São conduzidos como verdadeiras obras-primas e todo esse empenho pode ser confirmado na degustação dos vinhos.


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quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Vinícola Velho Museu – Juan Carrau


Quando, em abril de 1752, Francisco Carrau Vehils adquiriu o vinhedo chamado La Mañana no povoado de Vilasar de Mar certamente ele não imaginava que ali iniciava uma tradição que se perpetuaria por mais de 250 anos. Seus descendentes cruzaram os mares em direção às Américas e trouxeram junto à vocação vitivinícola da família. Em 1930 a família Carrau migrou para o Uruguai, onde, em pouco tempo consolidou seu prestígio na produção de vinhos finos.

A adega Velho Museu - Juan Carrau, Atelier do Vinho, desde o final dos anos 80 está instalada em Conceição da Linha Feijó, uma bucólica localidade a 8 Km do centro de Caxias do Sul, berço dos primeiros vinhedos de Vitis vinífera da região.

É no Atelier do Vinho que Juan Carrau-Bonomi, nona geração dos Carrau vitivinicultores, continua as atividades iniciadas por seu pai, Juan Francisco Carrau, no Brasil, conciliando a produção de uvas orgânicas na fronteira Brasil/Uruguai com elaboração artesanal de vinhos finos na Serra Gaúcha.

Hoje, a Velho Museu - Juan Carrau trabalha com a certeza de poder oferecer, dentro de cada garrafa, não só a tradição e a experiência de 9 gerações dedicadas à vitivinicultura mas, também, a certeza de estar oferecendo um produto genuíno, natural, fruto da matéria-prima mais importante: o respeito à Natureza, ao consumidor e às futuras gerações.

O Primeiro Vinho Orgânico

Em 1997, foi apresentado o primeiro vinho orgânico do Brasil: o Cabernet Sauvignon Juan Carrau Orgânico, um vinho com grande personalidade e características marcantes. Posteriormente, no final de 1999, foi elaborado o primeiro vinho fino branco, um Gewürztraminer de aroma e paladar únicos. E o mais importante: ambos absolutamente saudáveis.O resultado das análises das amostras dos vinhos enviadas ao BIOS, instituição certificadora de produtos orgânicos de Vicenza, Itália, confirmaram a qualidade orgânica dos vinhos elaborados pela Velho Museu e, também, que os procedimentos para condução orgânica adotados nos vinhedos estão contribuindo positivamente para a formação de uma nova consciência ecológica e comercial.

O Biólogo Dr. Juan Carrau-Bonomi é Professor Titular de Biotecnologia do Instituto de Biotecnologia da Universidade de Caxias do Sul. Desenvolve pesquisas em Ecogestão, Vinhedos e Vinhos há mais de 25 anos. Isto permitiu organizar o esforço conjunto Universidade/Empresa que resultou na elaboração dos primeiros vinhos brasileiros de uvas nobres de qualidade orgânica em termos da Norma 2092/91 da Comunidade Econômica Européia.


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quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Histórico vinícola Torcello


Torcello: a realização de um sonho

A Vinícola Torcello, no Vale dos Vinhedos, começou a produzir vinhos artesanais em 2001, realizando um sonho de seu idealizador, Rogério Carlos Valduga.
A administradora da vinícola, Luciana Betinelli Valduga, explica que a pequena produção anual de 10 mil garrafas de vinhos tintos permite com que o processo de elaboração seja feito de forma totalmente artesanal e controlada. Ela diz que a colheita das uvas dá-se nas primeiras horas da manhã, onde somente são retirados da videira os cachos que atingiram o ponto ideal de maturação. “Todas as uvas são provenientes da região do Vale dos Vinhedos”, explica ela.
A vinícola não tem vinhedos próprios. As uvas, sempre em pequenas quantidades, são transportadas até a vinícola, onde uma máquina de fabricação italiana separa os grãos do cacho, para logo em seguida rompê-los e depositá-los em uma pipa de aço inox, com controle de temperatura. As uvas permanecem nesta pipa por um período de 10 a 15 dias. Ela diz que, após esse processo, o vinho é separado da casca e transferido para uma pipa reservatório também em aço inox , onde permanece aproximadamente de 6 a 9 meses, aguardando o momento ideal a ser transferido para barricas de carvalho americano. “O vinho descansará aproximadamente por 3 meses até atingir o ponto ideal”, diz ela, acrescentando que o vinho é envasado em garrafas e passa por mais um período de maturação em caves.

A escolha do nome

O nome Torcello relembra uma pequena ilha italiana próxima a Veneza. Sua história conta fatos importantes da história mundial, como a conquista de territórios europeus por Átila, o rei dos hunos. A localidade é um centro cultural grandioso, considerado patrimônio histórico da humanidade. Símbolo de Veneza, o Leão Alado de São Marcos é o guardião da lei, símbolo de poder e mensageiro divino. Sua lenda conta a história de pescadores que ouviram de São Marcos a profecia de que naquela ilha surgiria uma cidade maravilhosa, e que este havia visto um guardião a sua porta, um leão alado. Assim o símbolo remete a proteção do Leão Alado, que guardará a beleza e a identidade e cultura do Vale dos Vinhedos e dos imigrantes que vieram da região italiana do Vêneto, origem dos símbolos utilizados.


quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Vinícola Panizzon


História
Era 1960, o patriarca Ricardo e seus seis filhos decidem, a partir da experiência como fornecedores de matéria-prima para vinícolas da região, apostar em sua produção própria de vinhos. Nasce ali, em Travessão Martins, interior de Flores da Cunha – no mesmo local em que a empresa mantém sua sede até hoje –, a Sociedade de Bebidas Panizzon Ltda., atualmente capitaneada pela terceira geração da família.

A produção de vinhos de mesa seria a atividade exclusiva da empresa até 1990.Em 1991, inicia-se a produção de vinagres, sob a marca Rosina (em homenagem à nona Rosina, esposa do fundador Ricardo).

Ainda na primeira metade da década, a Sociedade amplia seu mix, com o lançamento de bebidas quentes e de vinhos compostos.

Um marco da trajetória da empresa se dá em 1998, com a aquisição de propriedade, de 250 hectares, em Campestre da Serra, já nos Campos de Cima da Serra, voltada exclusivamente à produção de uvas Vitis vinifera – para a elaboração de vinhos finos. Em 1999, então, a empresa lança seus primeiros vinhos finos, ao que se segue, em 2002, a estréia no ‘nicho’ de espumantes finos.

Em 2003, ampliando ainda mais sua atuação, a Panizzon apresenta ao mercado linhas de vinagre balsâmico e de suco de uva. Mais recentemente, o azeite de oliva Extra Virgem Rosina, importado da Espanha, veio integrar-se ao catálogo da empresa.

Atualmente, a Panizzon disponibiliza a seus clientes um catálogo com mais de 60 produtos (entre espumantes e vinhos finos, vinhos de mesa, vinhos compostos, suco de uva, coolers, bebidas quentes, sidra, vinagres – de vinho, maçã, álcool ou balsâmico – e agrin).

Premiações
Desde 1999, quando começou a participar de promoções do gênero, a Panizzon conquistou, com seus produtos, dezenas de premiações em concursos nacionais e internacionais de vinhos. O destaque é o espumante fino branco Moscatel Panizzon, ganhador de 24 distinções – o que faz dele um dos mais premiados no país em sua categoria, além de o produto mais laureado da Panizzon –, no período de abril de 2003 a setembro de 2007.

Enoturismo Panizzon
A Panizzon Espumantes e Vinhos Finos, alinhada ao conceito de enoturismo, oferece ao turista, desde 2002, espaço de degustação e varejo e programa de visitação gratuita a suas instalações, em Travessão Martins. Percorrer os corredores da vinícola, conhecer as técnicas de produção e degustar e adquirir os espumantes e vinhos finos Panizzon são as atividades propostas nesse sentido. Para conhecer tal atrativo, os horários são:

- De segunda à sexta-feira: Das 9h às 11h45min e das 13h30min às 17h50min;
- Aos sábados: Das 9h às 11h45min e das 13h30min às 17h;
- Aos domingos: Das 10h às 11h45min e das 13h30min às 17h.


Fonte: http://www.panizzon.com.br/_novosite/empresa/index.html